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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015


Por Patrícia Duplat
Ilustração: Portal Imprença
Fonte: Jornal o Globo

Que o país está em crise todos já sabem, basta ir ao supermercado e ver a inflação assombrar os bolsos dia após dia. Porém existe uma saída, economistas dizem que a melhor saída para a crise econômica é a redução de custos, aumentar concessões e investimentos.

Joaquim Levy tem sido o principal articulador para aprovar medidas necessárias no Congresso. Nesta coluna apresentamos algumas opiniões publicada por especialistas, no Jornal O Globo.
Jornal o Globo reuniu especialistas conhecidos para discutir sugestões.

José Roberto Mendonça de Barros, economista:
É binômio inovação e produtividade que é o que move o mundo
As palavras de José Roberto traduz que é matematicamente necessário investir na produtividade e acreditar na inovação.

Alexandre Schwartsman, ex- diretor do Banco Central (BC): 
A médio prazo, o mais relevante é incrementar as concessões, ou seja, as pessoas vão querer gastar dinheiro e os comerciantes precisarão investir e comprarão materiais, máquinas, contratarão mão de obra para atender a demanda, isso levanta a economia, trata-se de um ciclo econômico.
José Marcio Camargo, professor de economia da PUC-RJ:
Sou otimista que vamos conseguir
José Marcio acredita que o Brasil pode dar a volta por cima como deu entre 1990,2005 e 2006, que fez uma reforma na legislação trabalhista, criando agências reguladoras e independentes. Criou uma legislação de concessão que funcionou e acredita que funcionará novamente. 

Qual a saída?

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Pesquisa aponta que o comércio vai ter quedas nas vendas e não quer investir em contratações para esperar o ano novo 

Texto: Wilker Duarte

Esqueça aquele peru para a festa de fim de ano, o mercado está em crise e isso não é novidade para ninguém. Mas o período das datas comemorativas que mais movimentam o comércio, pode ter as típicas contratação de funcionários temporários reduzida. Dados preliminares apontam que nove em cada dez empresários não vão contratar funcionários para trabalharem no final do ano.
O Dia das Crianças que é comemorado todos os anos pelos pequenos e com muitos brinquedos, esse ano se mostrou diferente. Alguns não puderam esbanjar com muitos brinquedos novos. Dados da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) constataram que as vendas à prazo caíram 8,95%  na semana do Dia das Crianças. Além disso, a pesquisa revela que o comércio já vem sentindo essa queda nas vendas desde 2014. 
Porque estamos falando sobre essa queda nas compras do Dia das Crianças?! É que o Dia das Crianças é o último feriado antes do Natal e Ano Novo, de acordo com as instituições, o Dia das Crianças é um espelho para as vendas de final do ano.


Afinal vai contratar ou não?
O que esperar para a maior festa de fim de ano?! Bom, para quem está a procura daquela renda extra com trabalhos temporários é preciso correr. Uma pesquisa divulgada no início de outubro de 2015, pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), nove em cada dez empresários não vão contratar funcionários temporários para reforçar o atendimento neste período. Sabe a justificativa deles? Quase a metade afirmou que a equipe de trabalho será suficiente, outros 49% alegam que estão satisfeitos com a equipe e que ela consegue atender o volume de clientes; a “sobra”, de 11%, afirmam estarem inseguros devido a um histórico de vendas retraídas esse ano, inclusive em datas comemorativas.
Outro dado apontado pela pesquisa é que quatro em dez empresários esperam para o fim do ano a pior época para vendas. A maior parte dos empresários entrevistados na pesquisa está pessimista: para 45% da amostra, os resultados das vendas em 2015 serão piores que no ano passado; e outros 28% acreditam em níveis de venda iguais a 2014. Entre as principais razões para essa baixa expectativa das vendas estão: mudanças na política e no cenário econômico atual (32%); o desemprego (20%); e a inflação alta e diminuição no poder de compra das famílias (16%).
            Para se ter uma ideia do pessimismo econômico,  o comércio estima que serão criadas apenas 24.427 vagas temporárias no final de 2015, quanto que em 2014 foram mais de 130 mil vagas.



Afinal! Já está preparando para as compras de fim de ano?

quinta-feira, 17 de maio de 2012


Em 1992, o governo de Alagoas anunciou aos sertanejos que o sofrimento com as constantes estiagens seria amenizada com uma obra “revolucionária”. O chamado Canal do Sertão --uma pequena transposição do rio São Francisco-- pretendia levar água a 42 municípios, e assim “promover o desenvolvimento socioeconômico do sertão e agreste do Estado”, conforme consta em seu projeto inicial.

Vinte anos após o anúncio da obra, a água ainda não chegou aos sertanejos, e os moradores sofrem com a pior seca das últimas décadas às margens do canal, que já tem parte construída, mas está completamente seco.

Segundo o site do Ministério da Integração Nacional, a obra teve início em 2002. Nesse período, a obra pouco avançou e sofreu com paralisações e denúncias de irregularidades. Com a demora, a obra foi inclusa no PAC 2 (Programa de Aceleração do Crescimento), do governo federal, que prevê investimentos de R$ 591 milhões até 2014.

Segundo dados do governo do Estado, dos 250 km previstos inicialmente, 60 km estão construídos. Em nota, o governo afirma que a obra está “a todo vapor”, com 1.700 funcionários trabalhando. As obras estão no terceiro trecho, entre os kms 64,7 e 77,8. Os demais trechos, até o km 150, já estão licitados e serão construídos nos próximos anos, conforme o governo estadual.

O mapa abaixo mostra as cidades visitadas pelo UOL em quatro Estados


Ilusão e esperança

À espera pela água do rio são Francisco, os moradores de comunidades próximas ao canal revelam o misto de esperança e desilusão com a possibilidade de receber a tão esperada água para abastecimento humano e animal, além de irrigação.

Em Pariconha, última cidade a oeste de Alagoas, o canal está pronto, à espera da água, que nunca passou pela valeta. O UOL esteve no trecho próximo à BR-316, que liga o município a Delmiro Gouveia. No local, em vez de água, há duas placas indicando que há “risco de afogamento” e que a “profundidade” do canal é de 3,5 metros.

Sem água, resta continuar a vida em meio à seca. Na fazenda Mosquita, que fica a cerca de 1 km do canal já construído, os moradores confirmam que a obra já serviu de argumento para políticos da região –seja com promessas ou com críticas por sua demora.

“Desde que eu me entendo por gente que ouço falar nesse canal. Pelo que dizem, seria inaugurado agora em junho, mas soube que não deu tempo. Agora dizem que será inaugurado no fim de ano. Mas todo fim de ano eles 'inauguram', mas a ‘inauguração’ nunca acontece. Mas acredito, sim, que as obras estão andando e um dia vai sair”, diz Márcia Machado, 42.

Segundo a moradora, a falta de água causada pela seca desse ano impediu que as tradicionais plantações de milho e feijão fossem realizadas este ano. “Plantar o quê, se não tem água? Esse ano passou, não teremos nada. Torcer para que, no próximo ano, chova ou venha a água do canal para nos ajudar.”

O morador Manuel Tiburtino, 27, mostra mais confiança e acredita que as obras serão finalizadas em breve. “Eu tenho parentes que trabalham na obra, e sei que ela agora está andando. Seria maravilhoso se tivéssemos ele pronto já, como tantos prometeram, pois estamos nessa seca. Não chove e não tivemos como plantar nada. Até os pés de fruta, que sempre viveram aqui, estão morrendo pela falta de chuva”, finaliza.

Por Carlos Madeiro, do UOL, em Pariconha (AL)
Postado por Fábio Trancolin

Em Alagoas, população que sofre com a seca espera Canal do Sertão há 20 anos

sexta-feira, 23 de março de 2012


O humorista, ator e escritor Chico Anysio morreu às 14h52 desta sexta-feira (23), aos 80 anos, em decorrência de falência de múltiplos órgãos. Chico não resistiu a uma parada cardiorrespiratória. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do hospital Samaritano, onde ele estava internado, no Rio de Janeiro.

O velório de Chico acontece neste sábado no Theatro Municipal do Rio, e será aberto ao público a partir do meio-dia. O corpo do comediante será cremado no domingo, ainda sem previsão de horário.

Chico sofreu uma piora na última quarta (21), quando apresentou queda da pressão arterial e falência dos rins e foi submetido a sessões de hemodiálise. Na quinta à tarde, passou por um processo de drenagem torácica, para remoção de um "grande hematoma pleural". Segundo o UOL apurou, na manhã desta sexta, o humorista sofreu uma parada cardiorespiratória e chegou a ser reanimado. Durante o período de internação, foi submetido a uma cirurgia abdominal e diagnosticado com pneumonia. Ele também dependia de ajuda de aparelhos para respirar, e, durante a internação, foram feitas tentativas de retirar o respirador, sem sucesso.

Ver em tamanho maiorTrajetória do humorista Chico AnysioFoto 17 de 85 - O humorista Chico Anysio interpreta o personagem Alberto Roberto, que se considera um símbolo sexual (21/12/1988) DivulgaçãoNos últimos dois dias, recebeu a visita de muitos parentes, como os filhos Bruno Mazzeo e André Lucas, os sobrinhos Marcos Palmeira e Cininha de Paula, além da mulher Malga di Paula.

"Tenho muita pena de morrer", diz Chico em entrevista em 2002

Ao longo de 2011, Chico passou por consecutivos períodos de internação. Em março, deixou o Samaritano após 110 dias hospitalizado, quando enfrentou complicações cardiorrespiratórias. Ele foi submetido a angioplastia e tratou uma pneumonia na UTI.

Em outubro, voltou ao hospital por cinco dias, dessa vez para aliviar uma crise de dores nas costas.

Em agosto de 2010, o humorista passou 19 dias internado no mesmo hospital, depois de ser submetido a uma cirurgia para retirada de parte do intestino grosso.

Talento para o humor começou no rádio

Francisco Anysio de Oliveira Paula Filho nasceu no município de Maranguape, Ceará, no dia 12 de abril de 1931 - apesar do seu nascimento ter sido registrado em cartório dois anos antes. Aos oito anos, mudou-se com a família para o Rio de Janeiro, onde já começou a demonstrar seus dotes artísticos, fazendo imitações.

Com 14 anos, passou a frequentar programas de calouros em rádios cariocas e paulistas. Costumava ir ao "Programa Ary Barroso", "Hora do Padre" e "Trabuco", de Vicente Leporace.

Fonte: Uol
Postado por Ludmila Martins

Morre aos 80 anos Chico Anysio

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Mais um que só acontece no Brasil. O projeto de Lei Geral da Copa foi divulgado no dia 19 de setembro, pelo Executivo ao Congresso, que autorizou toda a nação, os estados, o Distrito Federal e os municípios decretarem feriado em dias de quaisquer jogos da Copa do Mundo de 2014 que acontece no Brasil.

Só no Brasil

 
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