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terça-feira, 17 de novembro de 2015


Fiscalização é intensificada em rios de todo o estado até fevereiro de 2016


Texto: Wilker Duarte

            Começou no início de novembro, 2015, o período chamado de Piracema onde fica proibido pescar e transportar peixes de qualquer rio do estado. Em Goiás por causa da Lei da Cota Zero, o transporte também fica proibido, junto da pesca de peixes até fevereiro de 2016.

            A piracema é o período quando os peixes nadam contra a correnteza, rio acima, para se reproduzirem. Eles fazem esse processo, de nadar contra a correnteza, para queimar gordura e para estimular a reprodução de hormônios: “Há espécies de peixes que chegam a percorrer 43 quilômetros em 24 horas, mas há também muitos riscos como: a pesca predatória e é isso que precisamos combater”, diz Rodrigues, tenente da Polícia Ambiental de Rio Verde.

            Neste período é proibido até a pesca esportiva, aquela em que o peixe é solto logo em seguida. Quem for pego pescando, transportando, seja flagrado ou até denúncia vai ser multado de acordo com a quantidade e espécie encontrada: “A pessoa que for apreendida vai ter todo o material recolhido e vai responder por crime ambiental”, diz Rodrigues. Mas todo o peixe apreendido tem um destino certo: “Qualquer quantidade de peixe que apreendemos é doado para instituições carentes do município”, explica.

            Em Goiás a fiscalização é mais intensificada no Vale do Araguaia, por ter muitos turistas e a prática de pesca ser maior: “Essa é uma medida necessária para intensificar a fiscalização em todo o estado para preservar a quantidade de peixes e deixar que eles se reproduzam em segurança. A pesca é a principal fonte de alimentos e renda para muitas famílias em Goiás, mas nós não podemos deixar que alterem todo o ecossistema”, alerta.
Reprodução de peixes duram cerca de três meses

            Estando ou não na região do Vale do Araguaia é bom lembrar que a fiscalização acontece em todas as regiões de Goiás. A Polícia Ambiental de Rio Verde faz o alerta mais importante: “Este período que é proibido a pesca não é uma determinação nossa, mas as pessoas têm que entender que este período é o processo mais importante para o nosso planeta. Os peixes estão se reproduzindo e as pessoas precisam entender que eles precisam de liberdade e de todo o espaço que os rios podem oferecer para que a reprodução traga novos peixes para os nossos rios”, conclui o tenente, Adão Rodrigues.

Atenção com a pesca

quarta-feira, 4 de junho de 2014


Por Paulo Teles

Em um tempo em que a sustentabilidade é tema recorrente, as pessoas ainda não se mostram preocupadas com o meio ambiente. Há, na Serra das Antenas, localizada em Quirinópolis, lixos que são deixados em vários locais sem nenhuma preocupação.

O superintendente municipal do meio ambiente de Quirinópolis, Sílvio Ricardo de Carvalho, destaca a importância de as pessoas criarem o hábito de não deixarem resíduos jogados nesses ambientes. “As pessoas levam este tipo de material prejudicando o local que é muito visitado”. A secretaria tem trabalhado em parcerias com os universitários, realizando limpeza nessas áreas.

A Cachoeira do Córrego Jacaré também se tornou um local muito frequentado por banhistas aos fins de semana. Daniele Alves, estudante de Fisioterapia, é uma das pessoas que sempre visitam a cachoeira. Para ela, as embalagens dos produtos poluem água e as matas: “Fico indignada, por mais que o lugar seja público, as pessoas não deveriam deixar este tipo de material. Sempre que posso, eu recolho”.


Cachoeira do Jacaré, à 28 Km de Quirinópolis. Lugar muito frequentado pelos banhistas



Cachoeiras de Quirinópolis: banhistas deixam entulhos que prejudicam o meio ambiente

domingo, 30 de março de 2014



Por Bruna Pedrosa

A população pode aproveitar de um ambiente verde, grama plantada, e várias espécies de árvores no local. A sociedade tem agora um ambiente arborizado para praticar leitura, descanso e até mesmo para fazer exercícios.

Está tudo pronto para o uso do Parque Ecológico de Rio Verde. A população já pode usufruir de tudo o que o lugar oferece. Mas houve um problema no funcionamento em um dos objetos que foram colocados, Espelho D’ água e isso está causando preocupação na população sobre uma provável proliferação do mosquito da dengue.

A Prefeitura de Rio Verde, através do Secretário de Obras e Engenheiro Luiz Carlos Sabino, concluiu o projeto do Parque Ecológico de Rio Verde nas imediações do Córrego do Sapo. Segundo o Secretário, houve muitas dificuldades, pois essa é uma obra que já havia sido planejada há alguns anos. O investimento total do Parque foi de mais de R$1 milhão. A verba investida também foi utilizada para a canalização do córrego do sapo, uma vez que a obra não poderia ser concluída sem o seu saneamento.


Débora Almeida, moradora próxima ao parque, diz já ter ligado para a Secretaria do Meio Ambiente para saber sobre as medidas que eles estão tomando a respeito. Sabino afirma que houve uma infiltração em um dos espelhos d’água, mas o problema já estava solucionado. E em breve a população poderá contar com um Parque Ecológico nos parâmetros das grandes cidades.


Parque Ecológico passa nas imediações do Córrego do Sapo.

Água parada dos espelhos d’água começa a dar lodo


Instalação do novo Parque Ecológico preocupa rio-verdenses

segunda-feira, 6 de maio de 2013

A Secretaria Municipal de Indústria, Comércio e Meio Ambiente participou da 7ª Reunião Extraordinária do Comitê da Bacia Hidrográfica do Paranaíba (CBH), o evento foi realizado em Cristalina – GO.

A abertura da 7ª reunião foi realizada pelo presidente do CBH- Paranaíba, Sr. Paulo Sergio Bretas de A. Salles, que evidenciou a importância do evento. “O ciclo de palestra realizados na reunião abordou de forma sucinta, o tema sobre Recursos Hídricos e suas variações, esclarecendo duvidas e colocando em pauta novos métodos de preservação”, conclui.

No evento foram discutidos assuntos relacionados ao plano de recursos Hídricos do Rio Paranaíba, prestações de contas da ABHA, divulgação do diagnóstico da Bacia por regiões. Foram apresentados problemas como: desmatamento, uso inadequado do solo, baixo nível de consciência ambiental, fragilidade do sistema de gestão de recursos hídricos e desperdício de água e recolhimento de sugestões para melhorias na gestão dos Recursos Hídricos da Bacia do Paranaíba.

Paulo Sérgio evidenciou as mudanças sofridas no meio ambiente, prejudicando assim os Recursos Hídricos. “Devemos trabalhar juntos para conservar as Bacias Hidrográficas, a conscientização é fundamental para obtermos resultados significativos”, ressaltou.

A Bacia Hidrográfica do rio Paranaíba

 A Bacia Hidrográfica do rio Paranaíba é a segunda maior unidade hidrográfica da Região Hidrográfica do Paraná, que corresponde a uma área de drenagem de 222.767 Km², abrangendo parte dos estados de Goiás (65%), Minas Gerais (30%), Distrito Federal (3%) e do Mato Grosso do Sul (2%).

Por Bianca Vitto

Secretária participa de reunião sobre Recursos Hídricos

O formulário do Cadastro Ambiental Rural (CAR) está disponível desde maio pela internet para produtores rurais de todo o país. O documento é obrigatório e vai permitir a regularização de todas as propriedades.



O Ministério do Meio Ambiente elegeu Goiás e Rio de Janeiro como Estados pilotos para a implantação do Cadastro Ambiental Rural (CAR). Com o novo sistema, as propriedades rurais serão devidamente catalogadas, ainda com a ajuda dos proprietários e de imagens por satélite. Goiás sai na frente por um esforço coletivo da Secretaria do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh), prefeituras municipais e cooperativas.

A inscrição no CAR é obrigatória para todas as propriedades rurais e deverá conter os dados do proprietário ou posseiro, a planta do imóvel georreferenciada, a delimitação das áreas de interesse social e utilidade pública, assim como informações da localização dos remanescentes de vegetação nativa, APPs, RL, áreas de uso restrito e áreas consolidadas.

Com os cadastramentos, os produtores rurais serão beneficiados com a redução em até 90% do tempo de análise de processos e também com a aquisição de informações mais precisas e atuais que serão captadas via satélite. Outros benefícios virão, já que os proprietários rurais estarão em dia com a legislação ambiental, ou seja, estarão protegidos juridicamente. As inscrições das propriedades rurais são necessárias no caso de venda ou compra de terras, contratação de empréstimos bancários e abertura de processos de licenciamento ambiental, entre outras atividades.

O procedimento é simplificado, sendo obrigatória apenas a identificação do proprietário, a comprovação de posse do imóvel e a indicação via satélite do perímetro do imóvel, a delimitação das áreas de interesse social e utilidade pública, assim como informações da localização dos remanescentes de vegetação nativa, APPs, RL, áreas de uso restrito e áreas consolidadas.

Segundo Cristiane Silva e Souza, gerente de Biodiversidade da Secretaria de Meio Ambiente de Goiás (Semarh) o CAR e o Novo Sistema Eletrônico que vai facilitar procedimentos de regularização ambiental (PRA). “As análises devem feitas em seis meses”, estima.

O prazo para análise de cada processo durava cerca de dois anos, com o processo convencional, o que prejudicava a retirada de licenças ambientais. Cristiane orienta os proprietários rurais a providenciar o cadastro on line, inicialmente disponível para 12 municípios. “Sem o CAR, não há licença ambiental, prejudicando até mesmo o financiamento bancário”, explica.

A gerente aponta vantagens na implantação do cadastro, entre elas o controle de aberturas irregulares de áreas e o acompanhamento do processo pela internet. “Somos 13 colaboradores da Semarh trabalhando para auxiliar o proprietário rural, com oito de nós realizando as análises”, observa Cristiane. 234 municípios começam a integrar o sistema que promove o cadastro das 170 mil propriedades rurais no Estado.

O proprietário ou detentor de posse rural que aderir ao Programa agora, não terá quaisquer prejuízos futuros com possíveis alterações no Código Florestal, em votação no Congresso Nacional.  Adequações ao CAR serão efetuadas, passando a valer para o produtor, as regras que vierem a ser estabelecidas pelo novo Código.

O site para mais informações e fazer o cadastro é: http://www.maisambiente.gov.br/index.php

Por Mirelle Vitorino

Cadastro deve acelerar licenças ambientais

terça-feira, 9 de abril de 2013

O mapa mostra as nascentes georreferenciadas na Microbacia do Ribeirão Abóbora
O Programa Produtores de Águas visa incentivar à recuperação e à conservação das nascentes, a fim de garantir a qualidade e a quantidade de água para abastecimento urbano, compensando os produtores rurais pelos serviços ambientais prestados.

O Programa Produtores de Águas de Rio Verde, vem ganhando destaque, devido reuniões realizadas com a presença do Coordenador Municipal do Programa Produtores de Águas, Abel Elias Briceño, do Secretário de Indústria, Comércio e Meio Ambiente, Rubens Leão e representantes da Caixa Econômica e da Agência Nacional de Águas (ANA).

O objetivo dos encontros foi oficializar a união do Programa Produtor de Água de Rio Verde com a Agência Nacional de Águas (ANA) e apresentar um novo projeto financeiro para obtenção de recursos, em prol do projeto, com a Caixa Econômica.

Na reunião também foram abordados assuntos sobre a inserção de novos produtores associados à entidade. Hoje o projeto conta com o apoio de 29 produtores. Segundo Abel Briceño, o programa atua nas nascentes do Ribeirão Abóbora, Córrego Marimbondo e o Córrego Laje. “O objetivo é registrar os novos produtores voluntários que se encontram dentro das margens destas bacias, ampliando assim a atuação do Programa Produtores de Água na região”, conclui.

O Programa Produtor de Água é uma das iniciativas da ANA e é realizado com o intuito de incentivar a conservação e o uso racional da água, o que é feito, também para reduzir a erosão e assoreamento dos mananciais, nas áreas rurais. O projeto prevê o apoio técnico e financeiro, a execução de ações de conservação da água e do solo, para gerar benefícios para as bacias hidrográficas e da população.

Por Bianca Vitto
Foto: Assessoria de Imprensa

Programa Produtores de Águas oficializa união com ANA e pode ganhar novos integrantes

 
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