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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015


Por Patrícia Duplat
Ilustração: Internet

Os comércios de Rio Verde preocupados com o índice de assaltos, estão contratando empresas de segurança para a proteção de estabelecimentos esses serviços são na maioria das vezes é contratado por farmácias que ficam abertas até mais tarde ou até mesmo durante todo o período da madrugada.

O Alrimar Reis Pimentel é segurança de uma empresa contratada por uma farmácia que fica na Avenida Presidente Vargas. Alrimar diz que os casos de assalto têm sido mais frequentes durante a noite do que se imagina.

Mas exercer a profissão não é tão simples assim, deve-se ter muita malícia e ser bastante observador. O Alrimar diz que o segurança que permaneça no estabelecimento (que não faz ronda) ficar em local estratégico com a visão bem ampla e ficar atento de quem passa a pé, de moto ou bicicleta.

Alrimar ainda complementa falando dos equipamentos usados para a segurança pessoal como: cassetete, coturno, colete à provas de balas, suporte de cassetete, máquina de choque de 15.000 volts, spray de pimenta, algemas. O investimento desses equipamentos pode chegar a R$ 2.200,00.

Mas não para por aí, é preciso que fazer curso de vigilante. O curso de vigilância armada com tudo incluso (moradia e alimentação) em Goiânia por 25 dias custa R$2.000,00, nesta modalidade é possível trabalhar com o porte de armas tem a validade de 5 anos e o curso de Krav magá um tipo de defesa pessoal direcionada ao desarmamento.

Algumas empresas dão os equipamentos outras não, fora o suporte da segurança móvel que algumas vezes não funciona em algumas empresas diz Alrimar.

Vigilância, como fazer?

segunda-feira, 25 de março de 2013

No dia 02 de março (sábado), por volta das 21h, alguns amigos estavam bebendo em um bar na periferia de Jataí (GO) e começaram a discutir por motivos, fúteis, futebol, política e religião, mas o motiva da briga foi um triangulo amoroso o que envolvia os rapazes. Amarildo Ribeiro de Souza e Wilson Ferreira começaram a discutir e logo se atacaram, foram separados pelo domo do estabelecimento, e pelas pessoas que presenciaram a briga. Tudo parecia terminado, mas não foi que aconteceu.

Um dos elementos chamado Wilson Ferreira não foi embora, e continuou bebendo como se nada tivesse acontecendo, Amarildo que aparentemente tinha indo embora voltou e começou, novamente a brigar, Amarildo armado atirou várias vezes atingindo Wilson com três tiros nas costas e fugiu do local.

Esse veio a falecer depois de ser pelos amigos e levado ao Centro Médico Municipal aonde chegou morto. Segundo os, Médicos que atendeu o rapaz ele morreu na hora, devido aos tiros certeiros atingindo inclusive o coração, que foi atravessado por uma das balas. O assassino está sendo procura pela policia, que não tem pista ainda sobre o indivíduo.

Segundo o cabo Márcio da Policia Militar Amarildo é um dos traficantes mais violento da cidade e que já era fugitivo da policia e sendo procurado a mais de dois meses. No bar quase ninguém fala sobre o caso, com medo de retaliações, já que o criminoso não eras bem visto pelos moradores.

Segundo Carlos Silva criminoso sempre foi violento, mas não era levado a s sério devido ao vários companheiros de boa índole que ele tem. Hoje ninguém quer aparecer como amigo do fugitivo.

Tudo isso aconteceu no bairro Vila Olavo que até pouco tempo era considerado um dos o mais tranqüilo da cidade de Jataí .Os moradores vem sofrendo com a chamada onda de violência progressiva,e a população pede que a Polícia Militar faça uma vigilância ostensiva o fato,é que tragédias como esse acontece com tanta freqüência na cidade baseado numa serie de conversa que tive com moradores daquele bairro.

"Os moradores do bairro Ricardo Rocha e Raimunda da Fonseca dizem que esta difícil até sair de casa à noite. Devido a tanta violência é complicado ir ao trabalho pela manhã,pois não tem como saber o que vai li acontecer", disse ele.

Quanto á prisão, cabo Márcio falou que apesar das dificuldades ,pretende prender o indivíduo,o mais rápido possível.Segundo o policial já tem algumas pista, mais prefere não falar para não atrapalhar as investigações.

Por Francineide

Violência Urbana: motivos diversos

segunda-feira, 28 de maio de 2012

No dia 17 de maio o 2º Batalhão da Polícia Militar de Rio Verde acompanhou de um importante momento da segurança pública da cidade.

Diversas autoridades participaram no pátio da instituição da entrega de 46 medalhas a 40 policiais que se destacaram em seus trabalhos. Três foram as classificações das honrarias: serviço distinto, mérito policial e destaque operacional.

Após a cerimônia de reconhecimento dos militares, aconteceu a entrega de 3 novas viaturas modelo Blazer totalmente equipadas à Companhia de Patrulhamento Tático da Polícia Militar do Município feita pela Prefeitura de Rio Verde.

Por ser policial reformado e representante da classe na Câmara, o vereador falou em nome do Poder Legislativo Municipal. O parlamentar fez uma sucinta explanação sobre a segurança pública da cidade, algo que ele conhece bem, pois atuou por anos como soldado. “Sei muito bem o que esses homens [policiais] passam durante o trabalho. Sei das dificuldades, pois também participei delas. Sei também dos riscos que se corre ao sair pelas ruas atrás de bandidos na busca pela defesa da população, por isso me orgulho tanto dos meus irmãos de farda”, disse James ao iniciar o seu pronunciamento. De acordo o vereador, as novas viaturas irão fortalecer ainda mais a segurança dos rio-verdenses. 

Após as cerimônias encerradas, guiadas por policiais, as novas viaturas da CPT partiram para as ruas de Rio Verde dando inicio aos trabalhos de zelar pela integridade da população e reforçar o policiamento da cidade. A aquisição dos 3 veículos custou aos cofres do município cerca de R$ 200 mil reais.

Por Dyego Queiroz

PM de Rio Verde recebe novas viaturas

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Passados três anos da revelação de que parlamentares usavam verba pública para voar com familiares e amigos, Ministério Público ainda não ofereceu denúncia na Justiça


Miami, Paris, Buenos Aires e Nova York foram as quatro cidades mais buscadas por deputados e demais passageiros que usaram a cota da Câmara

Três anos após a revelação de que deputados e senadores usavam a cota de passagens aéreas do Congresso como queriam, para voar com familiares e amigos pelo país e mundo afora, até agora praticamente ninguém foi punido. De lá pra cá, os maiores avanços ocorreram na Câmara e no Senado, que mudaram as regras para o uso do benefício: reduziu-se o tamanho da verba, limitaram-se as viagens internacionais, restringiu-se o acesso às passagens aos políticos e assessores, e passou-se a publicar na internet a relação dos passageiros. Alguns parlamentares até devolveram o dinheiro gasto para fins particulares. Tradicionalmente tão criticado, o Congresso deu, ao seu modo, alguma resposta, embora não tenha punido nehum parlamentar as o saldo da chamada farra das passagens, revelada pelo Congresso em Foco em 2009, ainda é zero na Justiça. E, desta vez, nem se pode falar da velha morosidade do Judiciário brasileiro. O problema é que até hoje o Ministério Público não ofereceu qualquer denúncia para exigir o dinheiro público gasto indevidamente por políticos em voos com familiares, amigos ou para concretizar negócios particulares ou atender a pleitos de eleitores e aliados.

Farra das passagens: dois anos e poucos punidos

De acordo com a Procuradoria da República no Distrito Federal, responsável pelas investigações, o inquérito civil público que apura a farra das passagens aéreas continua em curso, sem risco de prescrição das eventuais sanções. A denúncia, segundo o Ministério Público, ainda não foi feita por causa da complexidade da investigação, principalmente em razão do grande número de parlamentares envolvidos e de passagens emitidas. Os investigadores não arriscam uma previsão de quando o caso chegará à Justiça.

“A instrução do caso demandou a individualização dos valores devidos por cada deputado, o levantamento de seus dados pessoais e apurações sobre eventuais ressarcimentos já realizados”, explica a assessoria da Procuradoria da República no Distrito Federal

Pedido de ressarcimento

O Ministério Público diz que o pedido de ressarcimento aos cofres públicos pode ser feito a qualquer momento. O prazo de prescrição para a apresentação de ações de improbidade administrativa é de cinco anos, contados a partir da conclusão do mandato do parlamentar, ressalta a assessoria. 

No ano passado, os procuradores que cuidam do caso enviaram um ofício à Câmara, questionando sobre os ressarcimentos feitos por deputados que usaram indevidamente a cota. Mas, até agora, os investigadores não receberam qualquer resposta. “A despeito disso, os procuradores da República que atuam no inquérito prosseguem trabalhando nas medidas judiciais cabíveis, concomitantemente à condução de outras inúmeras investigações que chegam à instituição diariamente”, acrescenta a assessoria.

Farra generalizada

Só na Câmara, mais da metade dos parlamentares usou as cotas para fazer viagens ao exterior. Miami, Nova York, Paris e Buenois Aires eram os destinso internacionais prefereidos dos passageiros que voavam na cota da Câmara. As reportagens do Congresso em Foco mostraram que ministros, senadores e deputados – incluindo o presidente da Câmara, o hoje vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB) – usavam suas cotas de passagens aéreas para passear com a família no exterior ou na praia; ceder bilhetes para potenciais eleitores e terceiros; transportar artistas, celebridades e músicos para eventos, às vezes promovidos pelos próprios parlamentares, e uma infinidade de objetivos alheios ao mandato no Congresso e na Esplanada. 


Mais do que isso, descobriu-se a existência de um esquema de venda das passagens destinadas aos parlamentares. Operadores de turismo compravam as cotas com deságio e vendiam no mercado. Até o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes voou com passagens compradas desses agentes. A Câmara e o Senado informaram, à época, que as mudanças nas regras do uso da cota de passagens aréras proporcionais uma economia anual de R$ 25 milhões aos cofres públicos. Apesar de avanços, nem tudo correu tão rapidamente no Congresso. Baixada a poeira da crise, a Câmara e o Senado decidiram, em dezembro daquele mesmo ano, liberar o uso dos créditos acumulados por deputados e senadores nas companhias aéreas antes da mudança nas regras até o dia 31 de janeiro de 2011. Na prática, os parlamentares ficaram livres para extrapolar a cota mensal a que tinham direito para voar à vontade no ano eleitoral de 2010. O Senado ainda demorou dois anos para começar a divulgar na internet o uso da cota pelos senadores.

Deputado Fábio Faria (PSD-RN), ex-namorado de Galisteu
Adriane Galisteu

O caso ganhou repercussão nacional no dia 14 de abril de 2009, quando o Congresso em Foco revelou que a presentadora de TV Adriane Galisteu, sua mãe, um amigo e outras celebridades voaram na cota do deputado Fábio Faria (PSD-RN), ex-namorado nde Galisteu. Os atores Kayky Brito, Sthefany Brito e Samara Felippo, também tiveram passagens pagas pela Câmara para participar do camarote do deputado no carnaval fora de época de Natal em dezembro de 2007. Os artistas informaram que não sabiam da origem da passagem. Um mês antes, porém, o site havia mostrado que um grupo de amigos da hoje governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), viajou de São Luiz para Brasilia por meio da cota de passagens aéreas do Senado.A farra era mesmo grande: até ex-parlamentar à época continuavam a usar indevidamente o beneficio para voar.

Por: Edson Sardinha
Postado por Fábio Trancolin

Farra das passagens: a manchete se repete

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Preso no dia 15 de fevereiro durante a Operação Sexto Mandamento, da Polícia Federal, que investigou a existência de um suposto grupo de extermínio em Goiás, o coronel Carlos Cezar Macário conseguiu a liberdade nesta terça-feira (13). Ex-subcomandante da PM em Goiás, Macário foi um dos 19 militares presos na operação. O grupo era investigado por mais de 50 assassinatos ocorridos em Goiás em um período de dez anos.

Além de Macário, também serão soltos hoje o cabo José Francisco Ferreira Lopes e o soldado Rodrigo Euzébio Pereira. Na semana passada já havia sido solto outro militar, o sub-tenente Amilton Costa Neves. Os policiais chegaram a ser transferidos para o presídio de segurança máxima em Campo Grande (MS). Contudo, foram transferidos para o centro de custódia na Academia de Polícia Miltar, em Goiânia, em junho.

Ex-subcomandante da PM deixa prisão

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Um levantamento realizado pela Polícia Civil de Rio Verde aponta que o ano de 2011 iniciou com mais casos de homicídios se comparado a janeiro de 2010. Segundo as estatísticas, houve um aumento de cerca de 200% no primeiro mês do ano. Os crimes registrados, em sua maioria, possuem ligação direta com o uso e tráfico de drogas e com o homicídio passional. Rio Verde possui atualmente três unidades prisionais: CIS (Centro de Inserção Social); Casa de Prisão Provisória e Semiaberto e passa por dificuldades administrativas.

De acordo com o advogado criminal e ex diretor do sistema prisional de Rio Verde, Rodrigo Rodrigues, a segurança do presídio de regime fechado é classificada como média. “A Casa de Prisão Provisória tem a finalidade de abrigar os presos civis e aqueles que ainda não foram sentenciados pela justiça. A unidade prisional de Semiaberto comporta pessoas que podem apenas pernoitar e se recolher aos finais de semana e feriados, transitando livremente pela cidade durante o dia”, explica Rodrigo. O advogado avalia que o Estado tem implantado projetos com o objetivo de garantir o funcionamento das polícias Civil e Militar. “No que diz respeito à Polícia Técnico Científica, falta uma infinidade de recursos ou mesmo vontade política. Agora em relação ao sistema prisional, esse, infelizmente, está uma calamidade”, afirma. Ele assinala algumas “deficiências” da segurança pública de Rio Verde, dentre elas está à falta de estrutura humana e de equipamentos.

Mesma opinião compartilha o promotor Paulo Prado, ao afirmar que a estrutura é precária e que “para melhoria da segurança na cidade, quanto mais pessoas qualificadas para trabalhar, melhor”. Segundo Prado, a segurança dentro dos presídios seria mais eficiente com a instalação de câmeras em todos os ambientes. “Assim teríamos provas de tudo o que acontece, e isso traria mais tranquilidade para as pessoas que trabalham nos presídios”, indica. Paulo comenta que, dessa forma, seria possível identificar agentes prisionais que estariam facilitando a entrada de objetos dentro das celas, como facas e celulares.

Por Jeanne Barreto e Dyego Queiroz

As deficiências do sistema prisional de Rio Verde


“A polícia não pode ser vista como a única responsável”, disse Danilo Fabiano

Nunca se discutiu tanto segurança pública em Rio Verde como nos últimos dois anos, desde quando comerciantes e população organizaram uma manifestação pedindo investimentos em segurança. A criminalidade ainda grande não só no município, mas em todo o país. Segundo dados da polícia civil, em 2010 foram registrados 91 assassinatos.

O delegado regional de Rio Verde, Danilo Fabiano, disse que os assassinatos que vem acontecendo no município, podem estar relacionados ao crescimento da população. O delegado ressalta também que a parceria firmada com a prefeitura, apresenta resultados positivos: “Ainda é pouco, há falha na segurança pública, falta estrutura e condições eficazes de trabalho”, explicou.

Para o delegado, o sistema penal no país é ultrapassado, existem vários aspectos para serem corrigidos. “O sistema penal do Brasil, e aqui em Goiás é totalmente falido, por falta de investimentos. Nós observamos que mais de 80% das pessoas que passam pelo sistema prisional voltam ao mundo do crime. Caso seja viciado entra e sai viciado, por não ter tratamento adequado”, ressaltou.

A exclusão social é apontada pelos ex-presidiários como fatores que fazem retornarem para o mundo do crime. Desta forma, na maioria das vezes, usam esse álibi para continuarem às margens da lei.

Segundo o ex-policial, Sério Dantas da Silva, a nossa lei é mal aplicada, mas bem elaborada, o necessário é adequá-la aos dias atuais. “Para mim a partir dos 10 anos uma criança já sabe o que faz, e principalmente um jovem de 15 anos que mata a facadas ou a tiros e depois é apenas "educado", sua ficha fica limpa, e está apto para voltar a cometer crimes. Isso tem que mudar”, revelou. O ex-PM completa destacando que atualmente cresceu o número de presos, mas não o de policiais. “Precisamos combater a criminalidade pagando melhor os policiais, pois é uma profissão de extremo risco”.

Início da criminalidade

O delegado Danillo Fabiano apontou que os principais fatores que favorecem a criminalidade hoje são as drogas, e a desestrutura familiar. “Se o filho é orientado em casa, tem respeito uma formação moral, consequentemente ele não vai se tornar um criminoso lá na frente”, acredita.

Compartilhando da mesma opinião, do ex policial civil, Manuel Francisco afirma que o caráter nasce na família. “Vivemos dias difíceis por que hoje os valores estão se invertendo em função da modernidade. Boa criação, boa alimentação, bom emprego, religiosidade, é o mínimo para o desenvolvimento do cidadão, uma pessoa que não tem nada disso acaba entrando com facilidade por maus caminhos. O caráter se forma no berço, uma das razões que levam a pessoa a se corromper é a fraqueza espiritual e emocional, dinheiro fácil, objeto fácil, querer ter as coisas sem ter muito esforço, muita ambição”, salientou.

Por Ana Paula Azevedo, Eline Cruz, Jéssica Souto e Karla Izumi

Segurança pública: falhas superam investimentos

 
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