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segunda-feira, 30 de maio de 2016


Por Gabriel Silva

Segundo especialistas,  a crise atual do Brasil, que é a maior desde 1996 no nosso país, tende a permanecer por mais esse ano, pois não há qualquer perspectiva de melhora da economia. Levantamentos do IBGE apontam que fábricas estão fechando e demitindo funcionários, o comércio registra queda nas vendas e muitas empresas estão decretando falência.

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA, a inflação oficial do país, ficou em 0,96% em dezembro, fechando o ano de 2015 em 10,67%, a maior taxa desde 2002, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE.

E a situação não é diferente para as entidades religiosas, que também estão sendo afetadas pela crise financeira do Brasil. As famílias e os empresários que participam dessas entidades religiosas estão focados em gastos básicos e mínimos, portanto são obrigados a controlar suas doações para estas instituições. 

A secretária executiva da Comunidade Terapêutica Gênesis, Fernanda Oliveira, ligada a igreja “Videira”, afirma que houve uma queda considerável nas contribuições do dízimo, de 2014 para 2016, mesmo que o número de fiéis tenha aumentado, e com isso diminuiu o repasse para a comunidade terapêutica também.

Fernanda diz ainda que “a igreja, como administradora da comunidade terapêutica, não tem conseguido fazer o suporte financeiro, ela faz um suporte na parte de didática, na parte espiritual, na parte de pessoas”. 

Já o Pároco Frei Cícero Martiniano da Silva, da paróquia Nossa Senhora de Fátima, explica que, de um ano para cá, as arrecadações do dízimo na paróquia diminuiu 15% devido a essa crise e, segundo ele,“a construção do centro catequético não conseguiu ser concluída dentro do prazo previsto, onde só com a construtora foi gasto R$675 mil, e também agora mais R$71 mil para instalar o piso do prédio, isso tudo somando R$ 746 mil reais gastos, não estamos tendo ajudas e é pouca a arrecadação”.

Na Associação Espírita Chico Xavier, coordenada pelo psicólogo Dr. Onaldo Campos Neto, não há a contribuição do dízimo como em outros seguimentos religiosos ou filosóficos, como explica o psicólogo: “no espiritismo o principio é a gratuidade e a caridade que e fundamental, para que as pessoas busquem esse sentimento”.

De acordo com Onaldo, a associação também recebe ajuda do poder público municipal para suas atividades filantrópicas, através da Secretaria de Promoção Social e da Secretaria da Juventude, mas outros projetos não recebem tanta ajuda: “O Educandário João Cury Nasser, por exemplo, não recebe nenhum tipo de ajuda governamental, a escola existe há quatro anos e não tem ajuda da secretaria da educação, e nenhuma ajuda dos órgãos governamentais”.

Segundo Onaldo, a instituição promove eventos beneficentes para arrecadar fundos para realização desses projetos, mas existem dificuldades. “As dificuldades são muitas para conseguir manter esses projetos, pois todo o trabalho da associação é gratuito e através de voluntários, mas para conseguir fazer um bom trabalho existem custos”, explica.

Para o economista Mauricio Faganelo, a crise nas igrejas e em todo tipo de doutrina tem dois lados da história, o lado ruim e o lado bom. “O ruim são as igrejas arrecadando menos o dízimo, por causa da renda familiar brasileira, o lado bom é o aumento da participação de fiéis, pois, as dificuldades levam as pessoas para as igrejas em busca de sustento espiritual para lidar com essa situação de crise financeira”.

(Edição: Pedro Cabral)

Crise econômica brasileira afeta religiões

sábado, 21 de maio de 2016

Por Pedro Cabral
 


Cerrado que produz é um rádio-documentário sobre o agronegócio em Goiás, produzido por Antônio Henrique Almeida Cabral, Bianca Paulo Vitto, Caroline Teixeira Oliveira e Silva, Lara Cristina Barbosa Leão e Mirele Ferreira Vitorino, sob orientação de Bruno Kamogawa.


Cerrado que Produz

quinta-feira, 28 de abril de 2016


Por: Renata Ferreira


Nosso Vlog de hoje fala a respeito do trabalho informal, e quais as formas de informalidades. Confiram:







Trabalho Informal

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Encontrar estacionamento nas ruas de Rio Verde não é tarefa fácil, principalmente na região central da cidade. Por isso a Agência Municipal de Mobilidade e Trânsito de Rio Verde (AMT), implantou o Sistema de Estacionamento Rotativo, mais conhecido como Área Verde. Este sistema tem como objetivo democratizar o uso das vagas, disciplinar o fluxo de tráfego e diminuir a incidência de veículos estacionados de forma irregular.
 
O cabo Moraes, presidente da AMT diz que o sistema rotativo de estacionamento é uma necessidade para organizar e distribuir melhor as vagas: “O objetivo é que as vagas sejam realmente rotativas, de maneira a democratizar o acesso ao estacionamento. Serão muitos benefícios principalmente para o comércio local, que vai ter mais lucratividade. E também para os usuários, que vão saber, por meio de uma tecnologia avançada, onde vão poder estacionar, e assim não vão perder tempo. É um grande avanço para Rio Verde”, afirma.
Muitos moradores de Rio Verde demonstram insatisfação com as novas mudanças: “Já não basta a quantidade de impostos que pagamos, o preço da gasolina que está um absurdo e ainda temos que pagar para estacionar na rua, não dá assim”, desabafa a dona de casa Irene Andrade que sempre usa o estacionamento para pagar contas no banco e ir ao médico.
A multa, para quem não cumprir as regras é de R$ 53,24 e três pontos na carteira e pode ser aplicada pela autoridade de trânsito se o veículo permanecer por mais de duas horas estacionado na mesma vaga ou por mais de cinco minutos sem possuir crédito. A multa também será efetuada para o carro que estiver em vaga de idoso e deficiente, em vaga de moto ou o contrário e fora dos limites da sinalização horizontal.
Os comerciantes não concordam que a implantação da área verde trará benefícios, muito menos, lucratividade: “Não acredito que isso trará mais lucro para mim e nem para outros comerciantes, pois as pessoas que vinham para fazer um lanche rápido, agora não querem pagar estacionamento e, com isso, preferem não lanchar”, afirma José Pereira, proprietário de uma lanchonete na Avenida Presidente Vargas.
A mudança afetou também as pessoas que trabalham na região e precisam estacionar todos os dias: “Agora meu salário vai ficar praticamente todo em estacionamento ou vou ter que vir para o trabalho de carona, porque está muito difícil ter que pagar todos os dias o estacionamento e pior ainda, ter que ficar saindo do meu trabalho de duas em duas horas pra mudar meu carro de lugar”, reclama o vendedor Alexandre Alves.
            A tarifa cobrada é de R$1,60 por hora, o que significa que alguém que trabalhe oito horas por dia, durante cinco dias na semana, gastaria com o estacionamento por mês R$ 256,00 e isto para quem ganha um salário mínimo representa 32% do seu pagamento. Sem falar que a Tag comprada não tem custo, mas para adquirí-la é preciso carregar R$40. O desconto dos créditos para quem tem a “Tag” é feito em uma hora após os 5 minutos de tolerância e depois em frações de 15 em 15 minutos.
           
Por Larissa Cardoso

Área Verde: Problema ou solução?

quarta-feira, 4 de junho de 2014


Por Luan Barbosa Oliveira

Entrou em vigor no dia 5 de maio, a portabilidade eletrônica de crédito, que permite ao consumidor transferir sua dívida de um banco para outro. Com a medida, o devedor terá a possibilidade de renegociar as taxas de juros cobradas pelas instituições.

As novas regras estabelecidas pelo BC obrigam os bancos a aceitarem a transferência do valor devido para outro, sem custo adicional, com prazo de um dia útil para que disponibilizem informações, como saldo da dívida, o número do contrato com a instituição, taxas de juros, dentre outras.

O economista e professor, Lindomar da Silva Almeida, afirma que a medida vai beneficiar o consumidor, mas enfatiza que o cliente deve redobrar sua atenção, pois “no momento da transferência, o novo banco pode obrigá-lo à venda casada, ou seja, ele recebe a transferência da dívida, mas o obriga a adquirir outros produtos/serviços do novo banco e isso vai inviabilizar a portabilidade, porque o custo aumenta”. O cliente deve observar o CET (Custo Efetivo Total), que é a taxa de juros mais os demais encargos (taxa de cadastro, de administração etc.).

O banco que vai receber a operação de crédito pode recusar a transferência da dívida. Também está impossibilitado de alterar valor e prazos do contrato original. A operação deve ser feita através da (TED) Transferência Eletrônica Disponível.



Professor de Economia, Lindomar da Silva, na Faculdade Objetivo



Portabilidade eletrônica começa a valer em todo o país

OUÇA ABAIXO NO LINK...


https://soundcloud.com/paulo-teles-7/valdineia-barros-5-periodo-editado

Por Valdinéia Barros



Sustentabilidade foi o marco de mais uma Feira do Empreendedorismo

segunda-feira, 2 de junho de 2014


Por Karlla de Oliveira

A queda do fluxo de capital em São Simão aumenta a cada dia.Comerciantes em geral, têm que esperar e entender a situação de cada um dos funcionários da empresa que estão, há cinco meses, sem receber,daUsina Andrade.Com isso, todo o comércio e a população sofrem com o declínio financeiro da cidade.. Desse modo, a promessa de pagamento continua a ser descumprida e a negociação com a Caixa Econômica ainda não apresenta resultados.

A empresa tem poder para liberar ou negociarcom os colaboradores,a fim de que estes tenham os seus direitostrabalhistas supridos. A maioria tem família e necessidades diárias e estão em dificuldades.A economia de São Simão vive uma crise avassaladora. Uma cidade turística e de grande fluxo financeiro,porém,na atual conjuntura,sofre os efeitos da crise.

São Simãoabriga grandes empresas locais e terceirizadas, e, qualquer abalo financeiro empresarial causa um forte impacto na população. A cidade tem oferta de empregos e oportunidades queatraemimigrantes de outros estados e regiões. Com isso, cresce sua população e seu comércio.

A Usina Andrade está causando um transtorno para toda a cidade, pois, não tendo uma resposta direta da Caixa Econômica, não pode resolver nem solucionar nada.Segundo informa o presidente do Sindicado dos Trabalhadores, Antônio Silva,resoluções estão sendo adotadas. Serão apresentados argumentos e informaçõespara possíveis soluções como o pagamento desalários e manutenções até que ocorra a formalização do acordo envolvendo bancos, os principais credores e os sócios.

Representante dos trabalhadores, Márcio Sales

Antônio Silva, Presidente do sindicato dos trabalhadores


População apreensiva

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Por: Bruna Pedrosa

Economia ou obsessão? Daniel Lacerda Neto, 24, Rio Verde, relata que desde a sua infância sempre foi muito seguro com o dinheiro que ganhava.Com um salário médio de R$ 1,5mil , ele pretende realizar seus sonhos juntando dinheiro.

Trabalhador autônomo, Lacerda vive de compras e revendas de mercadorias de todas as espécies, sejam elas do Brasil ou do Paraguai: “Eu compro e vendo qualquer coisa que possa me dar lucro, seja ela qual for, estando dentro da lei, é comigo mesmo. Busco mercadorias fora do país ou revendo produtos que pego no atacado”, relata o autônomo que já chegou a comprar chips de celulares para obter o lucro de dois reais por peça vendida.

A história dele é longa, e começa na infância, quando ele guardava todas as moedas que estavam ao seu alcance. Quando tinha 10 anos de idade, seus pais davam dinheiro para comprar pão e leite, e às vezes ele dizia que tinha perdido o troco para guardar as moedas em um cofre de lata de leite, que ele escondia dentro do colchão. E de “grão em grão”,com as moedas que juntava ele comprou sua primeira moto de R$ 4mil.

Com os amigos, a história não é diferente: “Sempre que eu saio com a galera, todo mundo fica me zoando e me chamando de mão-de-vaca, por que na hora de dividir a conta, às vezes eu dou umas moedas para ajudá-los. Mas não acho errado, porque eles  me chamaram para sair,então que paguem a conta”, relata Daniel ás gargalhadas.

A economia não para por aí. Há mais de 5 anos ele não compra roupas, assim depende de doações dos próprios amigos: “Se eu ganho roupas semi-novas dos amigos, pra que gastar dinheiro? Eu ainda acho que me visto super bem e estou na moda sem gastar um real, por que as roupas que ganho geralmente tem pouco tempo de uso e estão novas”, fala com um sorriso, o econômico.

Em conta uma poupança ele já guarda quase R$ 50 mil, pois pretende construir a casa própria .E o segredo de tudo isso ,ele explica sem delongas: “Para que comer pizza, se eu posso comer miojo? Para que instalar internet, se eu posso usar de graça no shopping? Se eu não economizar eu nunca vou ter nada”. E quando é questionado se ele se considera um “mão-de-vaca”, ele responde na maior naturalidade: “Sou sim! Com muito orgulho! E ainda terei muitas coisas que esses mãos abertas nunca terão”.

Daniel sempre tem dinheiro guardado, pois nunca gasta.

Ainda continua a juntar moedinhas

Enchendo o papo de grão em grão

sexta-feira, 4 de abril de 2014




Por Karlla Oliveira
           
A cidade de São Simão conta com uma considerável infra-estrutura: um aeroporto, quatro pequenos portos em operação, um distrito agro-industrial e  terá, em futuro próximo,  uma ZPE (Zona de Processamento e Exportação) e um pátio da Ferrovia Norte-Sul.

Seu complexo portuário está localizado ao sul do estado, às margens do Rio Paranaíba, no ponto extremo norte da hidrovia Tietê-Paraná, considerada a mais desenvolvida do país, com 2.4 mil km e um volume por volta de 5,7 milhares de toneladas de cargas transportadas .

Uma das grandes empresas locais que se valem dos serviços portuários é a Caramuru Alimentos, que, alinhada com o programa de Governo, contribuiu para o suprimento do aumento da demanda de biodiesel no mercado nacional a partir de 2008. Naquele ano, entrou em vigor a obrigatoriedade de adição de 2% de biodiesel em todo diesel comercializado no país.

A unidade da Caramuru responde por cerca de 8% da demanda nacional da ordem de 840 milhões de litros de biodiesel. Está localizado às margens do rio Paranaíba, onde se inicia a hidrovia Paranaíba-Paraná-Tietê, utilizada para escoar a produção de granéis sólidos (farelo de soja e soja em grãos).

Outra empresa que movimenta a economia local é a Granol Indústria Comércio e Exportação S.A., dedicada à produção e comercialização de grãos, farelos e óleos vegetais e biodiesel para o mercado interno e externo. São mais de 2 mil colaboradores engajados e comprometidos em gerar produtos e serviços, focados nas necessidades da sociedade e no respeito ao meio ambiente. E é através dos serviços portuários que a empresa distribui seus produtos para todo o país.

Outras empresas de pequeno e médio portes movimentam a economia da região , muitas delas utilizando-se, igualmente, do complexo portuário visando os mercados consumidores.

São Simão é a segunda cidade em renda per capita no Estado, mas historicamente já ocupou a 1ª colocação. Ocupa a 5ª posição em participação no Valor Adicionado estadual da indústria (6,25%), sendo que essa atividade representa 90% da estrutura econômica municipal. A renda gerada pela Usina Hidrelétrica de São Simão também contribui para a atual posição de destaque na economia da região.

É através dos serviços portuários que a empresa distribui seus produtos para todo o país


 A Granol é dedicada à produção de grãos e farelos



O porto de São Simão-Go e sua importância na economia goiana




Por Karlla de Oliveira

Agora as usinas de açúcar e etanol estão endividadas e sem perspectivas de expansão. Gigantes do setor admitem que podem fechar unidades, como é o caso do Grupo Andrade na região de Santa Vitória / São Simão. A pouco mais de dois meses do início da safra 2014/15, as usinas do Centro Sul do Brasil, como é o caso da Andrade, começaram o novo ciclo descapitalizadas e sem perspectivas de expansão, cenário não muito diferente do ano anterior.

O faturamento do setor para a safra 2013/14, que se encerra em março, deve fechar em cerca de R$ 70 bilhões – quase a soma das dívidas dessas indústrias, ou seja, as usinas começam a nova safra  já devendo a safra inteira.

Como se sabe, o setor viveu seus dias de ouro no inicio dos anos 2000, impulsionado pela retomada do consumo de etanol proveniente do aumento da venda de carros flex. Agora, as empresas tentam empurrar para frente a dívida contraída, sobretudo, entre 2006 e 2008, quando passaram por movimento de expansão e consolidação.

Profundamente endividadas para suportar eventual expansão dos negócios, as empresas foram abatidas pela crise global a partir de setembro de 2008. Algumas das tradicionais famílias de usineiros cederam espaço para grupos internacionais, que se aproveitaram da fragilidade financeira das companhias para entrar no setor. Hoje, cerca de 40 grupos estão em recuperação judicial e dezenas de unidades foram desativadas.

O Etanol

Com relação ao mercado de etanol, a situação também é desanimadora. Com a politica do governo de segurar o preço da gasolina para conter a inflação, o combustível perdeu competitividade. E as descobertas do pré-sal deixaram o etanol em segundo plano. O Grupo Andrade, um dos maiores do país no setor, está prestes a fechar unidades nos próximos dois anos, caso a situação não se reverta. A empresa decidiu entrar nesse segmento em 2007, auge da expansão das usinas. Em sete anos, posicionou-se entre as líderes. “Se a situação não se resolver, o plano B não resolve. Vamos fechar usinas”, diz o presidente José Carlos Andrade.

José Carlos Andrade deixou claro que, “apesar de a empresa fazer parte de um conglomerado nacional, sua capacidade de investimento é limitada.  A subsidiária tem a meta de investir mais R$ 1 bilhão nos anos de 2014 e 2015, para atingir sua meta de moagem de cana de 40 milhões de toneladas/ano.  Na última safra, a companhia moeu 22,5 milhões de toneladas”.

Mesmo com tal otimismo, os primeiros sinais de possível “quebra” são evidentes, especialmente com relação aos salários dos funcionários, que se vêm em situação de desespero pelo atraso no pagamento.
Usina Andrade de São Simão tem situação desanimadora, está prestes a fechar as portas

Como se sabe o setor viveu seus dias de ouro, agora a empresa tenta empurrar a dívida contraída para frente.

Economia nacional: A vilã da novela “Amor ao Álcool"

quinta-feira, 3 de abril de 2014



Por Danielle Juliath

Todo trabalhador com contrato regido por carteira de trabalho tem direito ao FGTS. Ele foi criado pelo Governo Federal para resguardar o empregado que foi demitido sem justa causa. Esse fundo poder ser sacado ainda quando se tem a vontade de fazer sua aquisição da própria casa, ou em caso de doença grave.

O FGTS é administrado pelo conselho curador representado pelo governo federal e a Caixa Econômica Federal é o agente operador principal. Cabe a ela estabelecer todos os procedimentos administrativos e operacionais dos bancos.

As últimas notícias foram de que a presidente Dilma Rousseff proibiu o Projeto de Lei Complementar nº 200 de 2012, que extinguia a multa de 10% sobre o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço de trabalhadores.

Muitos contribuintes têm entrado com ações na justiça contra a correção, que é feita muito abaixo de seus direitos. Os trabalhadores que pagam a contribuição desde julho de 1999 até fevereiro de 2014 devem ter um reajuste de 99,71% , valor abaixo da inflação normal. Os sindicatos também estão nessa luta movendo ações coletivas.

Caso os trabalhadores ganhem a causa, não recebem só aqueles com saldo atual e sim os que fizeram resgates desde 1999. A caixa econômica federal acumulou mais de 39 mil processos na justiça e já conseguiu vencer 18,3 mil deles.

Confira o infográfico:



O fim dos 10%

terça-feira, 1 de abril de 2014


 Por Luan Barbosa

A soja é a cultura agrícola que mais cresceu no país nas últimas três décadas. Cerca de 49% da área brasileira plantada é dedicada ao grão. Atualmente o país é um dos maiores produtores de soja do mundo. Esses são dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

A soja ocupou cerca de 75% da área plantada em Goiás durante o verão na safra 2013/2014, de acordo com a FAEG (Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás), que estimou prejuízos aos produtores em cerca de 1,4 milhões de toneladas de grãos, devido à falta de chuva ocorrida durante o período. As perdas chegam à 25% da área plantada na média geral em todo estado.

Além dos problemas climáticos, os problemas de logística, como falta de alternativas mais ágeis para o escoamento da safra, encarecem ainda mais o grão, podendo diminuir a produção e a comercialização do produto.

E não para por aí. Alguns produtores rurais, reduziram a área plantada para a próxima safra, pois temem que futuros prejuízos se repitam, outros desistiram de plantar temendo prejuízos.


O presidente da FAEG, José Mário Schreiner, afirma que os produtores estão sofrendo por diversos motivos: “Seguradoras não conseguem atender nossas chamadas por telefone, faltam peritos para avaliar os danos e, em Goiás, apenas 27% da soja é segurada. A renegociação de dívidas junto ao banco, por exemplo, impacta diretamente no limite de crédito e os produtores não podem ter esse limite agravado”.


Problemas climáticos causam prejuízos a produtores rurais.

Perdas nas lavouras de soja causam prejuízo aos produtores

sexta-feira, 22 de março de 2013

No recente crescimento do agronegócio brasileiro, a cidade de Rio Verde tem se destacado por contar uma importante estrutura agra industrial e uma importante cooperativa Agrícola ( comigo). E ainda Cargill, grupo cereal brejeiro que agregam valor á sua produção agrícola.

O município é um importante produtor de arroz, soja , milho, algodão, sorgo feijão, girassol e vem se destacando na cultura de tomate, e conta ainda com um importante plantel bovino, avícola e suíno. Destaque também para o processamento industrial de carnes de aves e suínos, industrias em seguimento de embalagens metálica, plásticas e celulose. Bem como de implementos rodoviários.

E ainda temos a Tecnoshow que acontecerá de 8 a 12 de abril, no CTC Comigo, aqui em Rio Verde, esta feira movimenta toda a cidade e todos os fazendeiros, ela é a maior feira de agro negócios da America latina traz novas tecnologias para o produtor rural.

Por Antonio Cabral

A economia em Rio Verde

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Saiba o porquê do aumento do IPI dos carros importados. A reportagem é de Brunno Rodrigues.


Aumento do IPI de Carros

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Brasília - A presidenta Dilma Rousseff sancionou, com vetos, a lei que cria o Cadastro Positivo, que registra os bons pagadores de contas. Com a publicação da lei na edição desta sexta-feira (10) do "Diário Oficial" da União, entram em vigor as regras para a criação de bancos de dados dos consumidores.

Os cadastros serão formados para auxiliar a concessão de crédito, a venda a prazo ou outras operações comerciais e empresariais que impliquem risco financeiro.
Esses bancos de dados serão criados por empresas que ficarão responsáveis pela administração, pela coleta, pelo armazenamento, pela análise e pelo acesso de terceiros aos dados. O consumidor terá de autorizar a inclusão de seus dados no cadastro e poderá pedir a retirada de informações quando desejar.

Em maio, esse cadastro de bons pagadores foi aprovado pelo Senado, que converteu a medida provisória em lei. Com o cadastro, a ideia é que o consumidor que paga suas contas em dia tenha taxa de juros mais baixas, pois as instituições financeiras terão acesso ao histórico de pagamentos. Como o risco de inadimplência será mais bem avaliado, a taxa de juros tende a ser menor.

Uma das críticas à lei é referente ao risco de vulnerabilidade no acesso a informações dos consumidores. Para o Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa de Relações de Consumo (Ibedec), é preciso criar mecanismos que evitem a venda ou o repasse de dados dos consumidores para serviços de telemarketing ou de envio de mensagens com ofertas de produtos e financiamentos.

Entre os vetos à nova lei está o artigo que permitia o compartilhamento de informações entre bancos de dados. A justificativa para o veto é que o dispositivo é contraditório ao Artigo 9º da própria lei, “que possui norma mais protetiva à privacidade do cadastrado por exigir autorização expressa para o compartilhamento de informações entre os bancos de dados."

Outro artigo vetado permitia ao gestor do banco de dados manter informações sobre o consumidor se ainda houvesse obrigação não paga, mesmo quando fosse solicitado o cancelamento do cadastro. "O dispositivo impede que o cadastrado possa, a qualquer tempo, cancelar seu cadastro e eliminar as informações a ele referentes, violando a privacidade dos cidadãos e o caráter voluntário do cadastro positivo", diz a justificativa do veto.

Também foi vetado o inciso que limitava a uma vez a cada quatro meses o acesso gratuito ao cadastro pelo consumidor. "O livre acesso de todo cidadão às suas próprias informações é pressuposto necessário a procedimento que vise a tutelar o exercício de direitos, devendo ser assegurada sua gratuidade a qualquer tempo", destaca a justificativa do veto.

Fonte: Uol Economia
Da Agência Brasil

"Diário Oficial" publica lei que cria cadastro de bons pagadores

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

As vendas de computadores pessoais no Brasil em 2010 cresceram 23,5 por cento sobre o ano anterior, para 13,7 milhões de unidades, colocando o país na quarta posição mundial, atrás de Estados Unidos, China e Japão.

Segundo a empresa de pesquisa de mercado IDC, o volume comercializado ficou perto da previsão de vendas de 13,8 milhões de unidades feita em novembro e que havia revisto estimativa de início de 2010, em que a empresa havia calculado as vendas este ano em 13,2 milhões de PCs.

O destaque das vendas ficou com o terceiro trimestre, que registrou vendas de 3,6 milhões de equipamentos, segundo a IDC. 'O quarto trimestre de 2010 mostrou um cenário diferente do que víamos no passado, quando eram vendidos mais computadores por conta do Natal. Com a antecipação do varejo nas compras de final de ano, o terceiro trimestre de 2010 foi mais forte', afirma a empresa de pesquisa em comunicado à imprensa.

Do total de PCs em 2010, os desktops corresponderam a 55 por cento das vendas e os notebooks a 45 por cento, tanto para consumidores corporativos quanto domésticos. Segundo o IDC, a passagem dos desktops para segundo plano deve se acentuar com o crescimento da popularidade dos computadores tablets. De acordo com outra pesquisa da consultoria, 100 mil tablets foram comercializados no país durante o ano passado.

Fonte: G1/ Reuters

Vendas de PCS crescem no Brasil

 
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