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domingo, 22 de maio de 2016

Por Pedro Cabral


No documentário "Cotas pra quê?", professores, universitários e especialistas discutem a real situação do sistema de cotas e bolsas universitárias do Brasil. Uma produção de Sarah Rocha, Luan Barbosa, Paulo Telles, Karlla de Oliveira e Brunno Rodrigues.



Cotas pra quê?

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Por Ludmilla Menezes
Imagens: Reprodução/Internet
Edição: Renata Ferreira

Com a chegada das novas tecnologias como a televisão e o rádio houve uma mudança no comportamento das pessoas nos últimos 50 anos, porém, essa mudança pode ser sentida drasticamente a partir do surgimento da internet e a modernização dos aparelhos móveis que ocorre na metade da década de 90, e são as crianças e os adolescentes de hoje reflexo das mudanças no comportamento da sociedade.

Segundo a pedagoga e psicopedagoga Fabiana Francisca dos Santos, gestora do Centro Educacional Alcance, a educação da criança hoje em dia começa aos dois anos de idade, por isso, todas as atividades elaboradas para elas são feitas em formatos de jogos para que elas não dispersem "ensinamos as crianças brincando, tem o dia de vídeo, TV, pula-pula, parquinho".

Ela afirma ainda que as novas tecnologias como como celular, tablete e computador influencia muito no aprendizado e formação da criança. "Eles trazem para brincar, no dia do brinquedo favorito, as vezes parece que eles sabem mais que o próprio professor, já nasceram mexendo e é o tempo todo", ressalta a pedagoga.

Zelma Leal, comerciante, diz que não concorda com essa tecnologia na vida das crianças, e que não acha certo a criança hoje em dia não brincar. “Eu tenho um neto que raramente anda de bicicleta, é o tempo todo no celular vendo vídeos e mexendo na internet, nem filme ele assiste".     

A comerciante relembra o tempo quando criança na fazenda e das brincadeiras que fazia. “A gente brincava de roda fazia casinha debaixo do pé de manga, não tinha brinquedo e se tinha era muito caro, então eu fazia bonecas de pano, a minha primeira boneca comprada eu ganhei com 10 anos, as brincadeiras eram sadias".
 Fabiana diz que nos últimos anos a educação infantil tem ganhado mais importância, onde ao longo do tempo o conceito foi mudado onde a educação infantil se torna o primeiro passo para a educação, sendo a base de tudo.

A interação no mundo virtual é potencializada na adolescência, onde podem estar em vários lugares e conversar com várias pessoas ao mesmo tempo, o mundo virtual não possui barreiras físicas, por isso a ansiedade é uma das marcas dessa geração, os relacionamentos ganharam mais interação e se modificaram, exemplo disso é Aparecida das Graças Menezes, mãe de um adolescente conta que tudo hoje em dia é pelo celular, e que no tempo dela as conversas eram pessoalmente. 

“Mesmo não concordando com essas tecnologias isso se torna normal já que os tempos mudaram, os relacionamentos não são a mesma coisa, acho normal namoro pelo celular, amizade pelo celular, porque o tempo passou e mudou, as coisas são modernas hoje em dia”, diz Aparecida.


Em relação a maneira como o jovem se relaciona, Zelma diz que na sua adolescência namorava em casa com a mãe ou a irmã do lado. “Minha mãe era rígida, sentava no sofá do meu lado e para sair era com ela ou com a minha irmã, nem pegar na mão podia, eu comecei a namorar com 14 anos e me casei com 17, hoje tudo pode, antes tinha confiança, mas hoje tem casamentos acabando por causa do celular, eu tenho 60 anos e continuo casada, existem poucos casamentos que duram tanto agora", conclui Zelma.

Crianças não brincam mais

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Por Vitória Purcena


No contexto atual as crianças possuem infinitos recursos tecnológicos que possibilitam seu crescimento de uma forma independente e participativa na sociedade. Na escola essas crianças chegam com uma carga tecnológica já instaurada, são os nativos digitais, que interagem com várias mídias simultaneamente.

O desafio da escola é despertar nos alunos o interesse em aprender, já que os métodos de ensino utilizados ainda são tradicionais. Para a especialista em psicopedagogia Ana Maria Amorim, a tecnologia é uma “faca de dois gumes” na educação. “Pode ser uma excelente aliada, mas em contrapartida as crianças podem ficar tão eufóricas que acabam desandando o ritmo da aula”.

Apesar de a utilização de tecnologias em sala de aula não serem a totalidade, já que em escolas públicas essa utilização é mais escassa, em casa as crianças nativas digitais interagem com estas mídias. O que pode dificultar a atuação do professor em sala, mas para a psicopedagoga Amorim o importante é “uma conversinha rápida com a turma para que as crianças entendam o motivo da novidade e a parceria professor-aluno esteja formada para o sucesso”.

Para a mãe de uma criança de 9 anos as tecnologias podem atrapalhar. “Em pesquisas escolares a utilização é prática e tem minha ajuda, mas as possibilidades são muitas, o entretenimento chama mais atenção do que os estudos” afirma Maria Clara Pires.
Novos aplicativos e jogos são lançados a cada dia buscando sempre chamar mais atenção das crianças e isto influencia nos estudos. “Eu determino os horários de uso, mas os vídeos e jogos no internet envolvem a criança numa bolha e atrapalha o convívio social dela” declara Maria Clara.

O controle destas tecnologias dependem dos adultos tanto nas escolas quanto em casa, já que a sua presença é inevitável na atual sociedade. 

Educação infantil para a geração Z

segunda-feira, 14 de março de 2016


Por Izabella Lorezoni

Olá! Você já se deparou com situações constrangedoras na hora de escrever na internet? 
Esse é um dos temas da Revista Teenation. Olhe só sobre o que vamos falar!


                                                                                                       

Teenation: Erros ortográficos: você se garante?

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Por Matheus Guerreiro
Fotos por Matheus Guerreiro


Vivemos imersos em uma era que a informação está na ponta de nossos dedos. O conhecimento está disponível para todos até mesmo das crianças que já nascem inseridas neste mundo tecnológico. Mas sempre uma dúvida faz com que os pais hesitem na hora de responder ou até mesmo mudam de assunto para não responder: Como ensinar sobre sexualidade para crianças de uma forma não erótica? Com que abordagem devo explicar? Como diferenciar para as crianças os sexos? O que é carinho e o que é abuso? 
Todos nós passamos por isso, a descoberta de nosso sexo. E aposto que você também não teve uma conversa desse tipo com seus familiares. Pois bem, uma livraria de Rio Verde promoveu uma roda de conversa para debater esse assunto com a pedagoga e especialista em Educação Sexual, Caroline Arcari.
Foi debatido a importância dos pais e responsáveis serem o canal de confiança das crianças. É através desse laço que se pode evitar abusos. Ela quebrou alguns tabus que temos a respeito da sexualidade, sempre preferir uma conversa sincera e nunca deixar para quando ficarem mais velhos. Também explicou que abuso sexual não é apenas o sexo e sim atitudes, toques, palavras.
Além do debate Arcari mostrou seu livro para todos “Pipo e Fifi – Prevenção de violência sexual na infância”, vencedor de prêmios além de ser reconhecido em outros países como Cabo Verde, Inglaterra e Portugal. Seu livro é considerado uma ferramenta importantíssima para a prevenção de abuso infantil. Antes do termino do evento foi sorteado um kit contendo livro, bonequinho e atividades infantis. 





















Livraria promove roda de conversa sobre educação sexual para crianças

quinta-feira, 19 de novembro de 2015


O Ensino a Distância (EAD), é uma nova alternativa de ensino que nasceu com o crescimento da internet e das novas tecnologias de comunicação, uma boa forma para adquirir o diploma, com horários e turnos de estudo flexíveis. Nesse tipo de ensino o professor e aluno ficam separados, mas mantendo total relação, através de uma plataforma de estudos contida no site da Instituição, onde realiza diversas atividades e trabalhos. Em Rio Verde existem dez polos de ensino a distância, que são: Anhembi Morumbi; FAEL; FTC; UNIDERP; UNIP; Unisul; Unitins; Universidade Castelo Branco; Universidade Católica de Brasília e a UNOPAR. Que oferecem cursos como: Administração; História; Pedagogia; Serviço Social; Ciências Contábeis, Econômicas e Biológicas; Letras; Artes Visuais; Sociologia, e muitos outros, com duração máxima de quatro anos.

Tiago Ferreira, que é tutor de sala em um polo que atende Rio Verde e região, onde estão registrados 130 alunos, diz que para se matricular é preciso fazer um processo seletivo, como nas faculdades presenciais. Depois de aprovado, é feito a matricula do aluno, que ganha um acesso ao site da faculdade, onde terá aulas e atividades à distância; por isso é de extrema necessidade ter um computador com acesso à internet. O aluno só irá ao polo da faculdade, para tirar dúvidas, ou realizar as provas que são feitas de maneira presencial. Tiago conclui dizendo que: “O EAD ainda é um meio de ensino novo, que exige muito do aluno, pois ele não tem obrigação de ir ao polo, e não tem um professor para dar uma ajudinha ou chamar a atenção, é preciso tirar um tempinho semanal para realizar todas as atividades e conseguir ter um bom desempenho”.

O EAD permite o acesso à educação àqueles excluídos do processo educacional superior, por morarem longe das universidades ou por indisponibilidade de tempo nos horários tradicionais de aula, ou até mesmo por falta de dinheiro. Essa forma de ensino tem um valor financeiro menor em relação ao tradicional.

Luciana Ferreira, 43, graduada em Pedagogia, através do EAD, diz que está muito satisfeita com tudo que aprendeu. “Sempre quis cursar pedagogia, mas minha vida é muito corrida, então escolhi o EAD, para realizar meus estudos, e hoje minha filha também optou por essa forma de ensino”. Luciana diz ainda, que é importante ter disciplina, dedicação e organização.

Mas quais seriam as desvantagens do EAD? De acordo com Luciana Ferreira, a maior desvantagem do ensino à distância é impedir o relacionamento humano entre o professor e o aluno, com isso muito se pode perder, pois o aluno não sofre a influência do carisma do professor. Outra desvantagem, está no fato do professor não poder lidar facilmente com as dificuldades de compreensão. Quanto ao relacionamento entre os estudantes, dificilmente existe uma interação entre os alunos, causando assim uma ausência de competição e compartilhamento de informação.

O ensino à distância representa um importante avanço na democratização e universalização da educação, podendo gerar um número maior de conhecimento para a população, ajudando assim a diminuir o número de pessoas que ainda não conseguiram formação superior.

                                                                                                       Texto: Kennedy Martins

Ensino a distância

sexta-feira, 4 de abril de 2014



Por Amanda Patriota

A leitura permite conhecer um mundo que está além da nossa imaginação e ela precisa ser vivenciada desde a infância. O hábito da leitura é essencial na vida do ser humano, pois ela ajuda em todas as áreas e disciplinas. Melhora a pronúncia e escrita. Permite conhecer novas culturas, novas ideias, lugares e histórias que ajudam na formação do nosso senso crítico.

O interesse das crianças  pela leitura, geralmente, parte do incentivo e exemplo dos pais e professores. Para introduzir a leitura na vida das crianças, segundo a Pedagoga Ana Aparecida, “é  importante que os pais leiam para os filhos, participem de um momento de leitura em família e os  levem nas bibliotecas e livrarias”.

É interessante trabalhar com as crianças de forma lúdica, criar atrativos para despertar a curiosidade e o gosto pela leitura. Sempre buscar livros que as crianças se identifiquem para não criar uma barreira, mas, sim, uma porta para o universo do saber. Criar encenações de alguma história e montar um espaço para a leitura podem ser opções para atrair a criançada. 

Qualquer leitura é importante, de qualquer gênero: sejam gibis, histórias de contos de fada, etc. Atualmente, há muitas empresas focadas em livros infantis que possuem mais ilustrações e oferecem uma leitura mais lúdica e fácil compreensão.

O mundo de amanhã depende das crianças de hoje e a formação de opinião destas crianças depende em parte dos professores e, principalmente, dos pais que são os maiores exemplos nos quais as crianças se espelham.

Crianças desenvolvendo a leitura em escola através de gibis

A Leitura na infância

terça-feira, 1 de abril de 2014



Por Amanda Patriota

Algumas escolas privadas modificaram seu calendário escolar para receber a copa do mundo, principalmente nos locais que vão sediar os jogos. E o Colégio Objetivo flexibilizou seu calendário escolar para não atrapalhar a diversão dos alunos em Rio Verde.

Nos dias dos jogos do Brasil não terá aula. Em experiências anteriores, a liberação antes do horário não funcionou. Geralmente os pais dos alunos costumam viajar em folgas de aulas e assistir aos jogos reunidos com a família e amigos. Durante os jogos que não sejam do Brasil, as aulas acontecerão normalmente. Inclusive, os alunos terão provas em alguns dias da Copa, enquanto jogos de outros países estiverem sendo transmitidos.

Em ritmo de Copa o movimento no trânsito aumenta, então, é preciso reforçar a atenção e o cuidado no trânsito, tanto dos pais quanto dos alunos. Quanto a essa questão, o Colégio Objetivo Rio Verde demonstra preocupação: "Sempre temos educação para o transito e palestras no contexto escolar para o aluno aprender”, afirma a Diretora, Mônica Gomes.

Para aproveitar a oportunidade da Copa do Mundo sediada no Brasil, o tema será trabalhado em salas de aulas de acordo com cada matéria. “Já que o material Objetivo é completo e extremamente atualizado, seu conteúdo vem prevendo as aulas e a relação com a copa do mundo”, assegura Mônica Gomes.

Quanto à programação do calendário escolar, será feita uma reunião com os pais para comunicá-los sobre o andamento das aulas no mês de junho e as mudanças também serão publicadas no site do colégio. 

Diretora Colégio Objetivo Mônica Gomes (Credito:Amanda P.G)

Taça da Copa –Divulgação site  Oficial da FIFA

Calendário Escolar do Colégio Objetivo no mês da Copa

domingo, 2 de junho de 2013

A Prefeitura, através da Secretaria de Assistência Social e por meio do Centro de Referência Especializado em Assistência Social (Creas), realiza e fortalece as ações contra à problemática da violência sexual de crianças e adolescentes, por meio de uma campanha nacional e apoio às ações do Conselho Tutelar.

A campanha do dia 18 de maio Dia Nacional de Combate ao Abuso e a Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes, tem como objetivo a mobilização, conscientização e incentivo de denúncias. A escolha da data é uma lembrança à menina sequestrada em 18 de maio de 1973, Araceli Cabrera Sanches, de oito anos, quando foi drogada, espancada, estuprada e morta por membros de uma tradicional família capixaba. Muita gente acompanhou o caso. Poucos, porem, foram capazes de denunciar o ocorrido.

Segundo a assistente social, Célia Regina, entre todas as violências, incluindo a psicológica, física, sexual e a negligência, o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), da a atenção necessária para a inclusão de seus membros em serviços socioassistenciais. “É importante que as denúncias sejam feitas, pois, assim que recebemos, as medidas são tomadas imediatamente”, explica.

O CREAS conta com psicólogas, assistente social e pedagoga, que atuam no serviço fazendo o acompanhamento e encaminhamento das vítimas. “A Prefeitura faz questão que esses profissionais permaneçam em capacitação contínua através de cursos e palestras”, conta a assistente social.

A Prefeitura visando dar continuidade ao movimento, realizou uma palestra voltada para conscientização das crianças sobre abuso sexual. A palestra foi voltada para as crianças que participam das aulas de natação do SEST SENAT de Rio Verde. O evento foi realizado no auditório do próprio SEST SENAT.

A palestra foi ministrada pelas estagiárias de psicologia do Bem me Quer, Nayara e Monalisa. O programa Bem me Quer é um grupo de enfrentamento à violência contra a criança e adolescente, que realiza palestras em creches e escolas para prevenção de abusos e exploração sexual contra crianças.

A assistente social, Célia Regina, comentou que as palestras são muito importantes para as crianças. “As palestras servem como prevenção e conscientização dos alunos, para que essas atitudes não ocorram mais”, concluiu.

Por: Bianca Vitto

Rio Verde no Combate ao abuso e exploração sexual

segunda-feira, 25 de março de 2013

Dados do Censo Demográfico 2010, divulgados nesta sexta (29) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), mostram que a desigualdade racial continua no Brasil, com brancos recebendo salários mais altos e estudando mais que os negros (pretos e pardos).

Segundo o levantamento, essa realidade é ainda mais acentuada na região Sudeste, onde os rendimentos recebidos pelos brancos correspondem ao dobro dos pagos aos pretos. A menor diferença é observada na região Sul, onde a população branca ganha 70% mais que aquela que se autodeclarou preta.

De acordo com Jefferson Mariano, analista socioeconômico do IBGE, esses indicadores pouco mudaram com o passar dos anos. “Nós até observamos uma redução da desigualdade nesse aspecto, mas a queda é muito tímida”, diz.

Ensino superior

· 31,1% - brancos
· 13,4% - pardos
· 12,8% - pretos

O Censo 2010 mostra que os brancos também dominam o ensino superior no país: considerando a faixa etária entre 15 e 24 anos, 31,1% da população branca frequentava a universidade. Em relação aos pardos e pretos, os índices são de 13,4% e 12,8%, respectivamente.

A pesquisa ainda observou diferenças relevantes na taxa de analfabetismo entre as categorias de cor e raça. Enquanto para o total da população a taxa de analfabetismo é de 9,6%, entre os brancos esse índice cai para 5,9%. Já entre pardos e pretos a taxa sobe para 13% e 14,4%, respectivamentO racismo é qualquer pensamento ou atitude que separam as raças humanas por considerarem superiores as outras. Quando se fala de racismo, o primeiro pensamento que a parece na mente é o preconceito conta os negros e nordestinos. Pode ser contra negros nordestinos índios homem sexual e mulato, por terem uma história mais sofrida o preconceito, com os negros são a principal referência quando é discutido o tema de racismo.

De acordo com a psicóloga,Sônia Maria Barros o racismo tem diversas origens, depende da história de cada um.`` Em alguns casos,pode ser por crescerem ouvindo as diferenças e superioridade entre um determinado grupo",explica ela, ainda sim é crime inafiançável se for provado. A pena pode chegar a três anos de prisão.

Em 1951, foi criada a Lei 1390/51 mais conhecida como Lei Afonso Arinos. Proposta por Afonso Arinos de Melo Franco, essa lei proibia a descriminação racial no país, ou seja, a separação de raças diferentes A lei Afonso Arinos se mostrou ineficiente por faltar rigorosamente em suas punições, mesmo em casos expícitos de descriminação racial em locais de trabalho, escola, e serviço público. Em 1989, foi criada outra Lei 7716/89, mais conhecida como Lei do Caó. Proposta pelo jornalista, ex-vereador e advogado Carlos Alberto Caó Oliveira dos Santos. Essa lei determina a igualdade racial e o crime intolerância religiosa.

A psicóloga, Sonia Maria Barros, disse que a manifestação sutil de manifestação racial ta cada vez mais presente no dia-a-dia da sociedade brasileira, as pessoas ainda precisa pensar e discutir o tema de forma eficaz, a fim de reconhecer o racismo.

Segundo a psicóloga o preconceito sutil se utiliza de brincadeiras piada e apelidos que parece inocente, de acordo o trabalho de Sônia já houve época em que o racismo explicita chamada pela autora de um preconceito, como fragrantes de maneira de discriminação que geralmente envolve violência, xingamento, agressão física e verbal.

Por Francineide

Racismo e educação

sexta-feira, 27 de abril de 2012


O ano mais esperado da graduação sem dúvida é o último, quando se chega tão próximo à formatura, depois de quatro ou cinco anos de aulas, trabalhos, apresentações. Nesse período os estudantes são levados a provar seus conhecimentos desenvolvendo trabalhos de conclusão de curso ou monografia.

Ano após ano, os acadêmicos são colocados diante de novos desafios, e as preocupações mudam, mas as incertezas nesse último período podem levar os estudantes a desenvolverem maior ansiedade, dificuldade para dormir e insegurança, por exemplo, cada sintoma de forma individual.

O estudante do 7º período de jornalismo, Taffareu Rosa já iniciou sua monografia, ele contou que vê esse período como mais um estágio da formação. Rosa revelou ainda que para ele o mais difícil nessa etapa é conciliar tempo para trabalho, estudo e lazer. “Minhas maiores dificuldades foram lidar com o nervosismo e ansiedade, mas tento me distrair um pouco, penso no projeto como uma forma de lazer e assim vou superando, conseguindo alcançar meus objetivos”, confidenciou.

Também no 7º período de jornalismo Eline Cruz compartilha a opinião com o colega Taffareu, e falou que não vê a hora de concluir o curso. Dentre os problemas enfrentados a acadêmica disse que sentiu em alguns momentos dificuldade de concentração para estudar, problemas para dormir e ansiedade. “Fico muito nervosa com apresentações em público e apresentar para a banca avaliadora é muita responsabilidade, fico nervosa só de pensar, já com relação à parte teórica não tenho muitas dificuldades”, contou.

Os dois acadêmicos de jornalismo salientam que não pensaram em desistir e pretendem continuar a estudar após concluir o curso superior.

No outro lado temos Rosieli Lovatel, agora bacharel em administração, ela terminou a graduação em 2010, contou que desenvolveu um trabalho de conclusão de curso e que o último ano foi bastante agitado. “Passava os feriados estudando, me preocupei bastante, pois queria apresentar um bom trabalho, sempre cumpri os prazos, fiquei com um pouco de medo porque a nossa banca contaria com avaliadores de outras cidades”, revelou.

Dentre as dificuldades enfrentadas Lovatel salientou que o trabalho em grupo foi desgastante e que por tanta preocupação acabou ficando bastante sensível e chorava com facilidade. Apesar de sempre ter atuado em sua área, a administradora afirma que teve receio quanto ao desenvolvimento do que havia aprendido. “Me preocupava se conseguiria desenvolver tudo que aprendi na prática, porque não seria mais estudante e o mercado exigiria de mim tudo que havia estudado”, contou.

Lovatel explicou que só entendeu que realmente estava formada quando recebeu o diploma e que mesmo querendo descansar dos estudos na época, meses depois iniciou uma pós-graduação. “Recebi apoio para continuar meus estudos, achei algo que me agradava e retomei os estudos. Em nenhum momento pensei em desistir e hoje vejo que realmente tudo valeu a pena”, compartilhou.

A psicóloga Elquissana Quirino explica que os alunos que estão terminando a graduação lidam com preocupações que vão desde apresentação até a escrita do trabalho de conclusão de curso, em que podem desenvolver crises existenciais potencializando a ansiedade, medos, insegurança, e até algumas doenças psicossomáticas.

“Cada pessoa enfrenta este momento de uma forma diferente, mas no geral esta “saúde emocional” é influenciada de acordo com a estrutura que cada um possui no enfrentamento geral da vida, pois é um momento de grandes mudanças cognitivas, afetivas e comportamentais, então o meio que ela vive e como ela vive irá influenciar em sua resposta emocional individual, podendo ai ser utilizada sua ‘inteligência emocional’”, explicou Quirino.

A psicóloga aconselhou que neste período os graduandos busquem ajuda entre as pessoas que confiam e convivem, mas se for algo com mais dificuldade que busquem ajuda profissional. Se a dúvida está quanto a como será ao término da faculdade, Quirino orientou aos estudantes que deem sequencia aos estudos, pois estes não tem fim e que os formandos sejam ousados para enfrentar os desafios.

Por Jéssica Souto 
Ilustração: ednelsonprado.com

Estou me formando, e agora? Como a conclusão de curso influência na saúde emocional dos acadêmicos

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

O grupo de acadêmicos composto por Romero Rezende, Regina Reis, Christiano Moreira e Francimar Rodrigues foi um dos destaques da disciplina Seminário de Atualidades Jornalísticas ministrada pela professora especialista em Cinema e graduada em Jornalismo, Camilla Paes Leme. Durante o período do primeiro bimestre desse semestre de 2011, várias apresentações foram realizadas pelos acadêmicos debatendo tipos de veículos e conteúdos de certas editorias.

De acordo com Camilla é bom o debate sobre temas antes estudados mais no nível da teoria. “É interessante trazer novidades sobre os vários assuntos já estudados anteriormente nos anos da graduação, mas agora com uma reflexão mais atual, acrescentando com itens desse mercado de hoje”, afirmou.

No trabalho desse grupo, os estudantes desenvolveram o boneco de um jornal local no formato tablóide, que segue a linha de Jornalismo de Cidade, que inclui a cobertura de eventos (polícia, festas cívicas, problemas ambientais de âmbito local como poluição de rios e outros). Além de fatos que envolvem as instituições que geram produtos e fatos (prefeitura e câmara municipal), e também empresas e entidades municipais e regionais. Não deixando de lado as notícias relacionadas às políticas públicas (problemas de infra-estrutura, trânsito, saneamento, saúde, educação) e o dia a dia da localidade.

Para a primeira edição o grupo trouxe como matéria de capa informações sobre as obras de canalização do Córrego do Sapo em Rio Verde. Abaixo a imagem da possível capa.



Por Taffareu Tarcísio

Projeto de acadêmicos é destaque em disciplina

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Estudantes de todo o Brasil levantam a questão da qualidade do ensino e da aplicação da Lei 10.709/03, pelo Passe-Livre que já soma milhares de adesões por todo o Brasil.

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) foi alterada no governo Lula por meio da lei 107.09/03, nos artigos 10 e 11, no qual incube aos estados e aos municípios, respectivamente, a responsabilidade pelo transporte público escolar dos alunos da rede pública Estadual e Municipal.

A LDB visa garantir no país como um todo, uma educação de qualidade, e o amplo e irrestrito acesso ao conhecimento. Ao prever a responsabilidade dos estados e municípios com o transporte coletivo, a própria lei já o reconhece como necessário à implementação desta educação de qualidade.

Com isto, alguns estados e municípios criaram as suas legislações próprias regulamentando este tipo de transporte. No Distrito Federal, por exemplo, a Lei n. 4.371/09 foi recentemente editada para garantir o direito de que os estudantes tenham o acesso livre em ônibus e metrôs no trajeto de casa para a escola e vice-versa. Nos municípios de Rio de Janeiro, Vitória, Corumbá e Campo Grande também vigoram leis semelhantes.

Mas a questão ainda é tão controversa que em alguns municípios onde a lei foi editada, as empresas do Transporte Coletivo foram à justiça e algumas decisões judiciárias já estão acontecendo em âmbito judiciário que suspendem a eficácia da referida Lei. Segundo o deputado estadual de Goiás, Karlos Cabral, essa ainda é uma discussão que, com certeza, vai parar no Supremo Tribunal Federal (STF). “O governo não quer liberar o passe-livre estudantil. Essa é uma variante que, sendo de interesse dos governos, deveria estar já incluída no edital de licitação para a prestação do serviço de transporte coletivo. As empresas deste ramo, quando vencem uma licitação, ganham o direito de prestar um serviço que é de responsabilidade do Estado, da Administração Pública, portanto, de um Serviço Público, e contrapartidas como estas devem constar da obrigação de quem quer assumir o serviço. Concordo que as empresas devem auferir lucro com o serviço, mas concordo mais ainda que, sendo de utilidade pública e de grande valor social, o primeiro valor deveria ser a responsabilidade que o Estado tem para com os usuários e com o interesse público”, conta.

Em Rio Verde, os alunos da rede municipal e estadual do ensino básico que demonstram a necessidade do transporte para que possam estudar, são beneficiados pelo transporte escolar gratuito, conta José Ronaldo Bonifácio Balieiro, coordenador de Transportes Urbanos da Superintendência Municipal de Trânsito. (SMT). “Para as crianças, a locomoção é gratuita e por sinal, de ótima qualidade.”

Contudo para os estudantes que dependem do transporte coletivo são disponibilizados apenas o meio passe. Atualmente só uma empresa presta o serviço no município. Para a estudante Patrícia Peres, andar de ônibus é sempre motivo de sacrifício e estresse. “Meus amigos também reclamam que não tem linha nas proximidades de nossa faculdade, sem contar que o desconto na passagem não alivia nada para o bolso dos estudantes, já que no Brasil se investe muito pouco na educação. Poderiam no mínimo investir no transporte publico gratuito”, desabafa.

Da mesma opinião é Thiago de Nane de Azevedo. Ele conta que comprou uma moto, pois muitas vezes já ficou sem ir à aula devido à falta de ônibus. Segundo ele os horários não eram compatíveis e ele tinha que sair muito cedo de casa para não chegar atrasado.

“Não gosto do transporte público de Rio Verde. Estive em Curitiba meses atrás e pude passear de ônibus, a estrutura é totalmente diferenciada, o usuário não fica no tempo, tem até música clássica dentro do coletivo” finaliza.

Por Hadassa Ester

Educação e transporte andam juntos?

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Mais de 12 mil estudantes do programa Bolsa Universitária da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) devem fazer a renovação semestral do benefício, conforme o calendário já disponível no site da instituição www.ovg.org.br. Nas cidades do interior do estado, o calendário de renovação começou no dia 7 de fevereiro e prossegue até o dia 24 deste mês, nas próprias faculdades conveniadas.

Documentos

Para renovar o termo de compromisso, os bolsistas deverão apresentar o número de inscrição no programa Bolsa Universitária, comprovantes de entrega de relatórios mensais da contrapartida referentes ao segundo semestre de 2010, bem como caneta azul ou preta. Quem perder o prazo será excluído de programa.

Mais informações, como mapa e horários de ônibus, podem ser obtidas no Portal do Bolsista no site www.ovg.org.br, localizado no lado direito da página, no link Atenção bolsistas da OVG.

Fonte:  Goiás Agora

Renovação da bolsa universitária termina dia 24 de fevereiro

E por esta razão, o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Raphael de Barros Monteiro Filho, negou liminar em mandado de segurança interposto pelo estudante C. E. G. contra ato do diretor do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) e do ministro de Estado de Educação. 

O estudante do último ano de direito da Faculdade de Maringá (PR) e gerente de uma micro-empresa deixou de participar do Enade, em 11 de novembro de 2006, e, como conseqüência, não obteve o diploma de conclusão do nível superior.

No dia da prova, C. alega que viajou para tratar de assuntos particulares e administrativos referentes a sua 
microempresa, e, quando retornava para prestar o exame em Maringá, o veículo apresentou problema mecânico que o impossibilitou de terminar a viagem.

O diretor do INEP e o ministro da Educação abriram prazo para que o aluno se justificasse. C. apresentou a justificativa, mas foi informado de que o diploma não poderia ser registrado, enquanto não fizesse o próximo exame do Enade, a ser aplicado em 2009. Inconformado, a defesa do estudante alega que o mesmo depende do seu diploma para fazer concursos públicos e conseguir emprego.

O Ministério da Educação sustenta que, como o estudante não se submeteu ao Enade, não faz jus à colação de grau, conclusão do curso de graduação e à respectiva certificação, muito menos à expedição e ao registro do diploma.

Ao apreciar o pedido, o ministro Barros Monteiro destacou não haver perigo de demora, pois o estudante não terá dano irreparável ou de difícil reparação. O mérito do mandado de segurança será julgado pela Primeira Seção do STJ, sob a relatoria do ministro Francisco Falcão.

Fonte: Alpha Brasil

Estudante de Direito que não fez prova do Enade não será diplomado

 
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