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terça-feira, 10 de maio de 2016

Por Patrícia Duplat

Uma atualização de grego para o mundo do “Face”, onde tudo é uma maravilha, um Big Brother Barril.

No maravilhoso mundo do facebook, as pessoas são sempre patriotas, esforçadas, sem defeitos, cultuam a paz e a igualdade entre os povos. Não há racismo, nem preconceito, mas nem tudo são flores. Há quem dê suas alfinetadas para atingir um cidadão on-line.

Pensando em aproximar as pessoas do mais real possível de suas reações humanas, Marx Zuckerberg acrescentou likes de “não gostei” para expressarmos nossa indignação por alguma publicação.

Uma facilidade que direciona para o usuário só o que gostam, excluindo talvez os conteúdos de carinha feia. Se bem que já fazemos muito isso nos comentários.

Os novos likes devem banir o números que aparecem na publicação e para não ficar parecendo que está tudo lindo. Eles serão incluídos gradativamente nas páginas dos usuários.

Imaginamos que essa atualização vai dar mais pimenta ao Big Brother Barril, como avisam muitos entusiastas do face, “não se deve publicar e curtir tudo que aparece”.

As paredes do queridinho das redes sociais tem olhos e ouvidos bem abertos, então agora, mais do que nunca, o presente de grego pode se virar contra você, todo cuidado é pouco na cavalgada on-line.




Cavalo de Tróia

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Por: Renata Ferreira
Foto: Arquivo pessoal


Como é bom chegar nessa idade, saber que mesmo passando por tantas coisas, terei histórias para contar aos futuros da família. Engraçado lembrar das vezes que um de meus filhos vem com a família nos finais de ano para me visitarem, são mais de 3 mil quilômetros que percorrem para ver uma velha que fica sentada o dia inteiro em uma cadeira de balanço.

Tudo de bom é ficar “sentadinha” na minha cadeira a espera de meu filho, aquele que viaja dias e noite de ônibus ou carro para me visitar. Me lembro bem da última vez que ele e a família estiveram em minha casa, vieram de carro (2 no total), chegaram gritando por mim e logo senti algo bom em meu coração, era meu filho querido com toda a “tropa” chegando em casa.

Crianças desceram do carro chorando porque estavam com fome, outros iam pegando as malas e jogando na calçada, já meu filho veio direto ao meu encontro. Na ocasião estava um pouco debilitada, coisas da idade, sabe como é, e não pude correr ao encontro dele, mas graças a Deus hoje estou melhor. Como foi bom tocar o rostinho de rugas que ele tinha e me fazia tão bem, o cheirinho do meu filhote ao me abraçar me trazia segurança.

Durante aqueles dias em que estive com meu filho, foi como estar em paz comigo mesma. Ele me faz bem, me traz esperança e cuida de mim. Meu filho preparava a água para que eu tomasse banho, minha nora fazia o meu café, que só eu conseguia tomar, os jovenzinhos que passaram por aqui fazia uma bagunça boa que até isso eu não me esqueço. Ficava observando eles conversarem, as gírias então, mal entendia um pingo, mas queria eles por perto, me sentia mais jovem, mas logo me virava para olhar a rua e voltava para a minha realidade.

Sentava em minha cadeira de balanço e ficava o dia inteiro, só levantava quando uma boa alma se preocupava em saber se estava precisando de algo. A casa estava cheia, mas ao mesmo tempo me sentia só. E meu filho, que veio de tão longe para me ver, será que ele perguntava de mim para as outras pessoas?
Por um momento fiquei triste, a solidão bateu em meu peito, desesperada fiquei em pensar que talvez meu filho mudara os sentimentos por mim, estando com as pessoas mais jovens, com um pensamento mais alegre. Será que meu filho não me visitará com frequência?

Agonia, tristeza. Revolta por ter esses pensamentos. Olha a idade que tenho! Vejam se isso é coisa de “velhinha” pensar?! Como dizem os jovens: Qual é “véia”? Qual é mesmo. Mas independente disso continuei a balançar em minha cadeira, com meus pensamentos de velha gagá, enxugando meu rosto com marcas da idade, com meu lenço de bichinhos, sou velha, mas tenho essas coisas.

Esperaram a virada do ano, depois partiram. E naquele amontoado de coisas na sala, a despedida foi cruel, o sentimento era de despedida para sempre. O abraço com meu filho durou horas, eu e ele não falamos uma palavra, somente nos abraçamos e choramos. Os pequenininhos me davam aquele abraço inocente, mas que já tinha um sentimento conhecido, a nora e os demais, nem se fala o quanto foi doloroso abraçá-los.


Fecharam a porta de casa, fiquei na janela observando a ida deles. Com o braço estendido para fora do carro vi o último adeus de meu filho, só me restou voltar para minha cadeira de balanço, ter uma vida de velhinha e esperar a volta de quem realmente se preocupa comigo.



Coisas da idade

domingo, 20 de março de 2016


Por Matheus Guerreiro

Neste último sábado(19), três células da igreja Videira de Rio Verde, se reuniram na praça Carolina Leão (Praça do Morada do Sol) para celebrarem a Deus, confira:

 

Encontro de células da Igreja Videira

sábado, 19 de março de 2016




Por Matheus Guerreiro

Passando o sábado em casa, nada melhor que usar a criatividade e fazer a balada com os singles lançados em 2016 e que estão em todas as paradas de rádios.

Time Pop

Por: Matheus Guerreiro

Confira as dicas das séries que iram bombar em 2016.

Séries que prometem bombar em 2016

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Por Vitória Purcena
Foto: Internet

As migas e os migos já podem ficar calmos porque eu trago uma notícia quentinha para vocês não perderem as esperanças e nem desistirem de 2016 ainda. Os alunos do sétimo período do curso de jornalismo da Faculdade Objetivo estão prestes a lançar uma nova revista para o público adolescente de Rio Verde e região. Mas agora você me pergunta: Vitória, como uma revista pode dar certo em meio a tantas tecnologias? Os “manda chuva” do pedaço estão bem confiantes sobre a qualidade e inovação que trarão à revista.

“Essa revista vem como uma alavanca de conhecimento, de aprendizado, do que já era tradicional e agora, transformando para o digital”, relata a repórter Renata Ferreira.

A revista é voltada aos meninos e meninas de 15 à 17 anos. E o nome da nossa revista será, tchantchantchan... TEENATION , traduzindo para o português temos “Nação Jovem”. Diferente das revistas já conhecidas aqui, os leitores irão encontrar editorias como esporte, lazer, cultura e comportamento. Em seu conteúdo podemos esperar matérias sobre quadrinhos, viagens com amigos e possíveis intercâmbios.

Para alcançar os adolescentes com mais facilidade, os criadores da revista apostam em uma diagramação leve e descontraída. “É um público que já nasceu na era digital, então tenho que chamar a atenção com elementos gráficos e imagens que remetam ao mundo on line”, afirma Pedro Cabral, repórter e diagramador da revista.


Então vamos lá, não percam tempo galerinha, mantenham-se atentos para a revista mais esperada pelos adolescentes. As reportagens serão disponibilizadas na web de forma parcial até o lançamento da revista com data prevista para Maio de 2016. Até lá, vamos aguardar e saborear alguns spoilers dos nossos repórteres.

Beijinhos! :*

Teenation: Não deixem as revistas morrerem, não deixem as revistas acabarem!

domingo, 29 de março de 2015

A maioria das pessoas conhece ou já ouviu falar do termo “indústria cultural”. Trata-se de um conceito criado pelos filósofos e sociólogos alemães Theodor Adorno (1903-1969) e Max Horkheimer (1895-1973) que designam, em linhas gerais, a produção cultural nos tempos do capitalismo. Produção cultural por que tais produtos da cultura de massa não são considerados verdadeiramente artísticos ou produzidos para esses fins.

De acordo com o professor João Francisco P. Cabral, em artigo para o site Brasil Escola, a cultura de massa não é considerada arte por que não representa classes sociais, mas sim o mercado. Deste modo, a cultura de massa consegue ser unificadora das maiores classes sociais, se tornando a única forma de difusão cultural.

Com essa junção e padronização formada pela Indústria Cultural, todos passam a pensar da mesma forma, principalmente aqueles que só têm a “grande mídia” como formadora de opinião. Torna-se impossível sair do sistema ou, como costumam dizer, pensar fora da caixa, e consequentemente os indivíduos perdem a noção de sujeitos conscientes e independentes que são, passando a reproduzir uma ideia previamente produzida para ser aceita como cultura individual, mas difundida de maneira coletiva.

Inclusive, uma das principais formas da indústria cultural divulgar a cultura de massa, ironicamente, é através da busca pela individualidade. O ser humano busca desde os primórdios serem únicos, diferentes dos outros animais, por tanto a indústria cultural se baseia nessa necessidade e vendem uma falsa ideia de personificação do seu público, afirmam que “quanto mais você se informar, mais intelecto do que os outros você será”, sendo que, obviamente, não importa a quantidade de informação, e sim a qualidade dessa informação.

Porém, a Indústria Cultural consegue produzir informação o tempo inteiro, de modo que atinja a demanda que eles mesmos fizeram a sociedade criar e assim tornando-se o principal meio de absorção de cultura. Aí, fica fácil repetir diversas vezes e das mais variadas formas um único ideal, de modo que isso entre na mente dos indivíduos como verdade absoluta, pois, ao mesmo tempo em que o ser humano busca ser único, ele quer fazer parte de um grupo em que todos tenham algo e comum: “se todo mundo pensa assim, é por que é o certo”.

É aí que a indústria cultural começa a produzir a sociedade perfeita, com programas, filmes, músicas, textos e demais produções que, de acordo com os princípios editoriais, honram pela família, pela tolerância, pelo respeito, mas que ao mesmo tempo mostram a “realidade”, na maioria das vezes tornando a sociedade exibida na tela, no som e nos papeis uma caricatura mostrando o que há de pior entre nós.

A TV ainda é o principal meio da indústria cultural, as novelas, paixão nacional, principalmente por isso, são a base desta análise rápida: casais homossexuais são várias vezes retratados com promiscuidade, desejo reprimido, uma vontade que desperta e destrói lares perfeitos e heterossexuais – como a personagem de Giovana Antonelli na novela “Em Família”, ou de José Mayer em “Império”, que deixam seus pares heterossexuais para viver um relacionamento outrora escondido. Se reparar, atores negros, em sua maioria, ocupam papeis de menos destaque – é de se admirar em que um país com tanta diversidade, apenas uma das inúmeras protagonistas Helenas de Manoel Carlos fosse negra. Sem falar na violência, temática constante dos folhetins dramáticos. De acordo com eles, é a arte imitando a vida – como se a vida fosse só isso.

Nem mesmo as produções jornalísticas escapam, são apresentados temas que nada acrescentam além de peso na consciência ou, em outros casos, debates baratos e rasos, gerando uma rápida reflexão no melhor estilo “Maria vai com as outras” – vide a situação em que estamos: em menos de um ano após as eleições, já existem brasileiros que querem impeachment. Será que as escolhas não deveriam ser nas urnas? Ou será que alguma indústria atrapalhou os indivíduos a irem a fundo sobre isso, manipulando a realidade do país?

Todos passam a aceitar a realidade ideal imposta pela cultura de massa como estilo de vida, a indústria cultural julga o que é legal e o que é ilegal, ignorando toda a carga pessoal e individual histórica e sua consciência do que é certo e do que é errado. A indústria cultural tem os moldes do sujeito perfeito – ou não. E se você está fora dos moldes, você é um defeito de fábrica – ou não. A Indústria cultural não produz cultura, produz pessoas.


Por Pedro Cabral


Indústria Cultural: fabricando a sociedade perfeita

Uma sociedade que vive em uma rotina intensa de buscas por dinheiro, corpo perfeito, casa ideal e família feliz é considerada por estudiosos como a “sociedade do conhecimento”. Esse título nos foi dado graças aos avanços tecnológicos e da facilidade que temos em manter comunicação, obter informações e expressar nossas opiniões. No século XIX, bem antes de qualquer tecnologia atual existir, um filósofo alemão chamado Georg Hegel dedicou sua vida para estudar a existência humana. Hegel via a história como desenvolvimento progressivo do entendimento humano rumo ao saber perfeito. Ele revolucionou o pensamento de sua época colocando a mudança como o centro do mundo e rejeitando o conceito amplamente aceito das “verdades eternas”. Assim, segundo ele, todas essas mudanças levariam a humanidade a um patamar final do conhecimento absoluto.

Informações que antes levavam dias ou meses para serem conhecidas, hoje, estão a um clique em segundos, alcançam a “aldeia global”. Entretanto, qual a qualidade destas notícias? A rapidez é priorizada e assim é deixado para trás características importantes associadas à informação. Toda essa facilidade em obtê-la nos leva a uma ociosidade do pensamento e do conhecimento. Isso porque ferramentas virtuais, como o Google, em que colocamos palavras chaves e recebemos todo tipo de informação, fazem-nos deixar de buscar a íntegra da informação, o seu real sentido, entender realmente o que autor quis dizer, ou o que está acontecendo naquele local. A objetividade das informações repassadas geram o “emburrecimento” da sociedade e uma reprodução automática em larga escala de algo que sequer foi interpretado. 

Voltando em Hegel, uma de suas análises identificava o nada não apenas como ausência, mas como a consequência direta do ser, ambos ligados ao processo de mudança. O nada atualmente é a maneira com que o ser humano busca o conhecimento. Não há busca, apenas o livre acesso a ele. A sociedade encontra-se inerte perante seu próprio saber. A alienação social é cada vez mais reforçada na ideologia capitalista de que tudo o que se precisa é dinheiro, status e bem estar econômico, tornando-se uma sociedade que não valoriza o aprofundamento do conhecimento e não busca sempre mudar para alcançar o “conhecimento absoluto”. A existência para Hegel era definida de acordo com o grau de conhecimento e a busca pelo mesmo. O jornalismo, grande responsável por transmitir informações e também conhecimento é veículo formador de opinião em que há um tempo era a fonte segura de saber da sociedade, aceitou as mudanças, mas, visivelmente por um lado negativo.

Textos curtos, sem aprofundamento e muitas vezes apresentado de maneira errada ao leitor, são características do jornalismo contemporâneo. A era das redes sociais transformou o imediatismo no principal valor notícia dos veiculadores de informações, que em muitas vezes não são profissionais formados. A fé que Hegel tinha na sociedade era a da transformação, da mudança até que o conhecimento fosse alcançado. Muitos de seus seguidores, como Ludwig Feuerbach, Karl Marx e Friedrich Engels, mantinham essa mesma fé. 

Não podemos mais viver de informações superficiais, transmitidas por veículos que sabem tão pouco quanto falam, a necessidade da mudança, de sair do ócio ocasionado pelo avanço tecnológico tem de se fazer presente. Se para evoluirmos precisamos do “conhecimento absoluto”, não podemos nos contentar em saber de tudo e não saber nada. A qual lugar a correria e o estresse do trabalho irão nos levar? Será que dinheiro compra conhecimento? Será que ter uma família “feliz”, uma casa boa, um emprego estável e um corpo invejável irão fazer de você melhor que outra pessoa? A filosofia nos diz que não. Não há ser humano melhor que outro. Existem pessoas que buscam o conhecimento e que se evoluem, partindo assim, a não valorizarem o ter, e sim o ser. A evolução biológica de Darwin nos trouxe até aqui, a evolução espiritual de Hegel pode nos levar além. 

“A busca pela excelência não deve ser um objetivo e sim um hábito”
                                                                                               - Aristóteles

Por Vitória Sales



O pensamento de Hegel aplicado à sociedade atual

Somos os escolhidos. A geração que tudo quer e nada tem. A vida do século XXI nada tem a ver com os filmes futuristas das décadas de 80 e 90 do século passado (“De Volta para o Futuro”, “Os Jetsons”, “Star Wars”, entre outros). Isso dá uma sensação de que fomos enganados, ludibriados, sacaneados. (Poxa vida, aqui estou e não vejo carros voadores, falta água, falta energia, o mundo em colapso e em completa inversão de valores!)

Neste início de século, a indústria cultural nem precisa alienar, porque já está tudo dominado. Tudo é descartável e nada é reciclado. Os oceanos estão poluídos e com isso fauna e flora estão morrendo. Florestas estão desaparecendo, o clima esquentando. E os homens?  Na frenética corrida para o nada com a expectativa de tudo. Aí vem a máxima socrática, só sei que nada sei, para representar como o homem não vem cuidando da mãe Terra, ou seja, ignoram o que é de real importância e se importam com o desnecessário. 

A questão a ser respondida não é mais ‘ser ou não ser’, mas sim ‘ter ou não ter’. As pessoas tem a necessidade de ter para ser e isso os frustra. E como se diz por aí, nem Freud explica. E nessa onda de falta de explicação, as máximas ditas por filósofos que sempre foram ouvidas ficam esquecidas como se não fosse possível aprender com o velho.
Segundo Cícero, a filosofia é o melhor remédio para a mente. Aí, se compreende porque a sociedade está tão demente. E tudo acaba aonde nem termina. Ter ou não ter, eis a questão? E qual é o cartão?

Por Kelly Pimenta



Ter ou não ter

Se você já ficou curioso para saber o significado de algo, existe um estudo desenvolvido pelo filósofo e matemático Husserl, denominado fenomenologia, que busca a essência dos objetos. “Os fenômenos do mundo devem ser pensados pela óptica das percepções mentais de cada indivíduo, daí a importância de se estudar a essência das coisas”, afirma ele.

Uma das ultimas imagens “viralizadas” da internet foi um vestido onde um grupo de pessoas enxergava azul e preto e outros branco e dourado, toda matéria tem um sentindo e uma explicação, segundo o estudo de Husserl.

Algumas coisas não são de fácil entendimento, podemos citar o cubismo, que foi idealizado por Pablo Picasso. Este estilo de pintura caracteriza-se pelo uso de formas geométricas, considerada uma arte mental por desligar-se da interpretação e representação dos objetos.

Mas se engana quem acha que isto não possui significado na sociedade moderna. A arte Cubista é uma  inspiração até hoje para os indivíduos. Prova disso é que em 2013, Eugênio Recuenco, fotógrafo, de 45 anos, realizou um ensaio usando os quadros de Pablo Picasso como tema. 

Se você ficar em dúvida sobre o significado de algo não ache estranho e nem fique preocupado, você não está sozinho.  

Por Matheus Guerreiro



O que é?

Um alemão, Heidegger brilhante filósofo na década de 40, reitor na universidade de Friburgo, com suas inovadoras ideias buscou algo que pudesse nos levar a raciocinar, ir além de ler algo por simplesmente ler e sim entender o que estava escrito o poder da interpretação.

As grandiosas façanhas de sua filosofia deu origem a Hermenêutica a fascinante palavra em origem grega que significa e se resume na Arte ou técnica de interpretar e explicar um texto ou discurso.
Ora, deram os entendidos, como assim, isso é tão natural que jamais as pessoas parariam para imaginar que existiu um filosofo Alemão capaz de imaginar algo que passasse a gerar mais sentido em tudo que lemos e escrevemos.

O complicado é sabermos até que ponto as pessoas sabem ler e entender não caindo na porcentagem conhecida como analfabetismo funcional. No processo de alfabetização o maior desafio é conseguir com que o aprendiz consiga ir além do reconhecimento das letras e conjunto de palavras, e sim, entender o que elas querem transmitir.

Existe também varias formas diferentes de interpretar algo que se leu, o que vemos hoje são as diversas religiões que dizem basear-se somente na bíblia mais que interpretam de formas diferenciadas.

O que há de louvável neste assunto? Simplesmente está relacionado em tudo que fazemos, no trabalho, igreja, escola, casa, passeio, hospital, dirigindo, comprando e até mesmo para comer é necessário ler para entender o que fazer.

Por isso podemos considerar genial a inovação que Heidegger nos proporcionou com sua arte de filosofar e criar, trazendo sentido e segmento a palavra. Mas é necessário ter alguns cuidados extras quanto á tecnologia que veio para acelera e facilitar que por um lado nos ajuda bastante já que atualmente as informações e processos são rápidos mas por outro lado o acesso as informações rápidas podem atrapalhar as pessoas de pensarem e buscar o aperfeiçoamento na interpretação.


Por Mariana Bonifácio


HERMENÊUTICA NA SUA VIDA

É impossível pensar em eleições, nos dias de hoje, sem pensar numa estrutura de marketing atuando em todos os segmentos do eleitorado.

Propaganda eleitoral deixou de ser apenas o ato de imprimir alguns milhares de folhetos coloridos e pichar os muros da cidade com o nome do candidato.

As campanhas eleitorais deixaram de ser intuitivas e se tornaram racionais, os palpites gratúitos cederam lugar à pesquisa; os temas principais, com determinadas palavras-de-ordem, aparentemente corretas mas aleatórias, agora têm origem em slogans com conceito e estratégia. Enfim: a propaganda política deixou para trás o amadorismo para se tornar profissional.

Comparando com campanhas de produtos e serviços: de um lado está o produto/serviço; do outro, o mercado consumidor. Na campanha eleitoral, de um lado o candidato e do outro os eleitores.


‘’O marketing político configura-se como uma atividade multidisciplinar. Ele tem interfaces como a administração quando procura sistematizar e hierarquizar procedimentos a serem adotados por candidatos ou partidos ( como definição de uma agenda politica pessoal ou a arrecadação de fundos para uma campanha eleitoral,);  com a psicologia, quando adota a persuasão como estratégia de comunicação (transformando candidatos sisudos em sorridentes, dogmáticos em populares, tristonhos em enfáticos);. ESTRATÉGIA DE PROPAGANDA POLITICA.2008 Pg.26 ’’ 



Existem alguns requisitos básicos para o sucesso de uma campanha eleitoral:
1. a existência de planos estratégicos, de orientação geral e detalhamento de atividades, tempo e recursos;
2. a existência de mão-de-obra especializada em propaganda;
3. a existência de um monitoramento durante todo o processo
O Marketing Político

Marketing Político são todos os recursos utilizados na troca de benefícios entre candidatos e eleitores. Esses benefícios, no sentido candidato-eleitores seriam, essencialmente, as promessas, as vantagens do candidato e a sua linha de comunicação. No sentido oposto, ou seja, eleitores-candidatos, são os votos e as informações necessárias para obtê-los.

Alguns elementos compõem o quadro de planejamento de uma campanha de marketing político:

1. o meio ambiente em que se realiza a campanha eleitoral e que vai proporcionar oportunidades e ameaças ao sucesso de um candidato;
2. a administração da campanha eleitoral, que é a sua principal força de vendas, formada pelo próprio candidato, o seu partido político e os grupos de interesse alinhados com a sua candidatura;
3. o conceito de produto, que é a filosofia política do candidato, a escolha de temas específicos a serem tratados e a definição de suas posições a propósito dos temas. Além da formulação e da adoçäo de um estilo pessoal que conserve e amplie suas qualidades.
4. canais de comunicação e distribuição, que envolvem decisões e ações a respeito da utilização de mídia de massa e seletiva, aparições voluntárias, auxílio voluntário e partidário;
5. segmentos de eleitores diferenciados;
6. acompanhamento e revisão contínua e sistemática de resultados que impliquem em reorientação da campanha.

Além dos eleitores propriamente ditos, há outros grupos que precisam ser estimulados, tais como o partido político, os contribuintes da campanha eleitoral e os grupos de interesse alinhados à candidatura. Para isso, a Assessoria Política da campanha deverá canalizar de maneira adequada o seu potencial em função das necessidades imediatas.

O Candidato

Além disso, há todo um processo de desenvolvimento pelo qual o candidato deve passar:


  • apresentar uma personalidade bem definida. Como acontece com os produtos, uma imagem de qualidade;
  • ainda na comparação com o marketing de produtos, deve identificar-se com uma instituição que lhe dê apôio e credibilidade: a própria inscrição partidária;
  • definida a personalidade e colocada esta dentro de um contexto de organização (o partido), o candidato deverá impor a sua marca (o seu nome).


Em resumo, o candidato deve:

Planejar formalmente a sua estratégia de campanha, sua postura diante dos problemas, sua propaganda, suas aparições, sua base para a obtenção de fundos, sua monitoria da situação, seus objetivos, sua alocação de recursos e o tempo de que dispõe para obter a aprovação dos eleitores;
construir uma forte organização de ações, capaz de reforçar, durante todo o processo, as posições assumidas durante a campanha eleitoral, sem que ocorra a perda de campos já conquistados.

A Pesquisa de Mercado

A pesquisa de mercado procura descobrir o que vai ao encontro dos interesses do eleitor, identificando as suas necessidades, seus desejos e seus valores. Com isso, o candidato pode desenvolver estratégias com uma margem de erro muito menor.

Numa campanha eleitoral, devem ser pesquisados o tamanho do mercado e a sua segmentação, o que qualifica o eleitor, o potencial deste mercado com base em padrões históricos de voto, a opinião dos eleitores em torno de assuntos importantes e sobre posições assumidas.

O resultado da pesquisa pode determinar o próprio conteúdo da mensagem do candidato, se tornando definidora de resultados, quando usadas adequadamente.

Por Lara Leão



Marketing Político

O comportamento humano frente a uma condição não-humana, é de merecida análise psicológica-social. É o caso de uma mulher solteira que não consegue ter filhos, e transfere seus sentimentos maternais a um pet. Isso é certo, até que ponto?

A capacidade do ser humano de amar e ser amado é incrível e isso é garantido, mesmo que esse tenha que adquirir um outro ser ou objeto para se compartilhar esse amor. Segundo pesquisadores, o ser humano precisa desse sentimento para se manter vivo e capaz de enfrentar as coisas da vida.

Quando se vê uma mulher vestindo seu cachorro, levando-o para passear de carrinho, ou até alimentando-o como se fosse um bebê de colo, torna-se questionável o exagero de uma pessoa em confundir os sentidos e compensar algo que não alcançou em sua vida.

A máquina humana é um emaranhado de sentimentos inconstantes que buscam o amor a qualquer custo, em qualquer ocasião. É um sentimento clichê, sim, mas é o mais procurado entre as madames e as princesinhas mal amadas. 

Ah, o amor! E falando nele, temos todo o direito de recebê-lo também. Talvez isso explique os absurdos que vemos, como um cão cheio de apetrechos. A necessidade de “tampar” um buraco no peito, garante isso.

É cultura do homem e faz parte do dia-a-dia do brasileiro ter um animal de estimação. Mas, essa cultura passa de rotina para um acontecimento extraordinário se essas transferências sentimentais acontecem. Apesar que, esses casos estão se transformando em ordinários pelo fato de que o amor inexiste em ambientes hostis e conflituosos, como no território em que vivenciamos - em sua maior extensão.

Não seja por isso. Os pets estão à disposição de quem não tem o tão lúdico amor em suas vidas, e eles também garantem amor eterno. A quantidade de animais que estão para adoção é enorme, e eles também não tem esse amor na vida.  Engraçado, até eles!

Por Izabella Lorenzoni





A cultura do pet

Imagine todos acreditando em tudo o que for noticiado, seja em rádios, Tvs, internet ou jornal? Agora imagine todos os receptores com o mesmo pensamento, onde diálogo nenhum fluiria e nenhuma informação diferente seria absorvida por ambos? O que poderia ser descoberto? Nada! A resposta nasce do questionamento, do ato de procurar. Portanto, neste caso o receptor deveria procurar sobre a veracidade do que foi noticiado.

Se achou essa ideia absurda você faz parte do time de Heidegger, filósofo alemão que acreditou e lutou pela teoria de que cada ser é único. Por isso, você debate com amigos sobre devidos assuntos, mas, o seu pensamento é seu. 

Não estamos falando sobre duvidar de tudo, mas questionar faz bem. Quem não tem um amigo no Facebook do time de Marx? Aquele que não foge do senso comum, que acredita em tudo o que vê. Esse tipo de pessoa ouve comentários de especialistas que aderem ao marxismo e coloca imediatamente como verdade absoluta. E são esses que compartilham notícias, muitas vezes sem pé nem cabeça, que até podem ser inventadas. Essa pessoa poderia ser você, se a teoria do desconstrucionismo não fosse defendida. 

Sobre os grupos do Whatsapp, atire a primeira pedra quem não tem imagens repetidas na galeria do aplicativo, que muitas vezes não foram enviadas na mesma data e nem com a mesma legenda. Essas notícias enviadas frequentemente, como “casa do fulano acabou de ser assaltada”, dividem os participantes dos grupos, sendo que uma parte acredita e outra já visualizou essa informação. Cá entre nós, tenho dó desse fulano se todas as vezes fosse verdade!
Por Anna Venâncio



Pula ou compartilha?

O que acontece quando morremos ou para onde vamos após a morte? Esses são questionamentos que fazemos em vida, mas que só quem morre sabe. Perder um ente querido também não é nada fácil, mas sempre fica um questionamento sobre “e agora, o que vai acontecer com ele?”. Isso soa como algo natural do ser humano e que vai muito além dos tempos que vivemos, exemplo disso é que até mesmo filósofos, com o Platão e Martín Heidegger, chegaram a questionar e o que concluíram sobre a morte e como o ser humano reage quando ela chega. 

De acordo com Platão, quem demonstra amor pela sabedoria se sente satisfeito ao morrer. Ou seja, o homem que busca respostas, que não fica no “achismo”, que faz da filosofia o meio de se chegar uma verdade, estará disposto a morrer (mas não a tirar a própria vida). Pensar no próprio funeral faz com que nos lembremos que morreremos um dia, e assim, passaremos a valorizar cada instante e a vivê-lo intensamente, afinal, esse momento pode ser o último.

Para Martín Heidegger, a morte é compreendida em caráter verdadeiro, o ser do homem é um “ser que caminha para a morte”, qual a relação com o mundo e a partir dos conceitos de preocupação, angústia e complexo de culpa é que se chega ou não a uma conclusão. Para Platão, o homem deve filosofar, entender o mundo em que vive. Já Heidegger, avalia que o homem deve fugir do seu cotidiano para atingir o seu verdadeiro “eu”.

Nos dias atuais, poderíamos dizer que o pensamento de Platão é o mais “convincente” em termos do que é possível ou não de acontecer. Nós somos seres que questionamos tudo o que podemos, ficamos tristes e desamparados quando alguém próximo morre, lamentamos o por que Deus não levou esse ou aquele primeiro, pois um tinha o futuro todo pela frente.

Para Heidegger o homem já nasce sabendo da existência da morte, porém é tratado como algo distante, ao mesmo tempo em que ela chega, ela não chega. A insistência em pensar como será a própria morte é quase que instantânea, será que vai ser uma morte com sofrimento ou será tranquila? Como os familiares se comportarão diante da notícia?

Algumas pessoas mais velhas dizem que quando uma pessoa pensa muito em morte ou sonha com isso, é porque algo vai acontecer ou com ela ou com alguém próximo. Isso pode até ser uma superstição ou coisa da idade, mas jamais devemos duvidar dos mais velhos ou até mesmo do futuro, pois você não sabe se chegará até a velhice ou não sabe o que o seu futuro te reserva.

Por Renata Ferreira



Platão x Heidegger: explicações sobre a morte

quinta-feira, 1 de maio de 2014


Por Anielle Morais*

Sempre digo que o bom jornalismo se faz com/de personagens. Muitos dos meus colegas defendem que personagens exemplificam fatos. Sim! Talvez, ao invés da palavra exemplificam alguns preferissem usar personalizam para definir o papel das fontes no jornalismo. Também! Mas penso que personagens têm vida (própria) que vai além dos fatos que escolhemos narrar. A pauta justifica em 15 linhas a história que o jornalista deve contar. Os complementos ficam, frequentemente, por conta das fontes que revelam, em duas ou três linhas, as aspas que faltam para preencher a lacuna dos dados testemunhais. Um lugar comum que a maioria de nós, senão todos, já caímos em algum momento da nossa carreira. Subestimamos, embora com elegância, o entrevistado, a quem responsabilizamos pelo uso de adjetivos e emissão de opinião - altamente condenável para os profissionais que estão fora do jornalismo opinativo.

Perguntas procuram por respostas. Mas em alguns casos, perguntas devem mesmo servir como motores para o início de um diálogo que, conforme a disposição do entrevistado, nos levam para além da história que a pauta apresenta. Aprendi, tanto no jornalismo quanto na vida, que uma boa história nasce do desconhecido, daquilo que é considerado, a princípio, incomum, portanto, indiferente. Na investigação de outro ser humano (e eu sou das que acreditam que todo jornalismo é investigativo) o bom mesmo é ser surpreendido por um novo ângulo, um ponto de vista diferente, enfim, ser surpreendido pelo que a pauta encarcera fora dela.

A especialização das fontes, cada vez mais natural entre os profissionais e cada vez mais requerida por jornalistas, nos oferece conforto, pois garante a qualidade do conteúdo que transmitimos aos nossos leitores/telespectadores/ouvintes. Entretanto, a especialização pode nos levar a especializar perguntas, não oferecendo espaço para que o ser humano, por trás do especialista, nos introduza por novas percepções, novas histórias, por diferentes caminhos.

A busca pela realidade inquestionável há muito cedeu espaço para a aceitação de que nós somos, genuinamente, profissionais que contribuem para reproduzir o mundo em palavras, imagens e sons. Ao representar a realidade, estamos, de certa maneira, modificando o contexto que nos cerca, ou seja, a própria realidade. E nesse caso, melhor que mudança venha através da transgressão da pauta do que pelo cumprimento arbitrário dela, pois, dessa forma, conhecemos mais sobre seres humanos.


* Professora dos cursos de Comunicação Social/Jornalismo e Direito da Faculdade Objetivo.


Fuja da pauta!

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Por: Paulo Teles

Após a redemocratização do país, alguns estados parecem não ter mudado o monopólio de poder. São Paulo e Goiás refletem bem esta realidade, tendo no poder executivo uma amostra desta situação.

Em São Paulo, Geraldo Alckmin, chefe do poder executivo paulista, se aproxima de sua quinta eleição. Está no poder desde 1994, quando foi eleito vice-governador na chapa de Mário Covas. Com a morte de Covas assumiu o governo do estado em 2001, se reelegendo em 2002. Voltou ao poder em 2010 com a eleição para governar novamente o estado.

Em Goiás o governador Marconi Perillo está à frente nas pesquisas eleitorais, se aproximando de mais uma reeleição a chefe do executivo estadual. Desde 1998, ano em que foi eleito pela primeira vez, Perillo não saiu mais do poder. Foi três vezes govenador e uma vez senador.

Esses políticos se mantêm no poder a muitos anos através do voto popular. Isso é de certa forma uma incoerência, pois, estes mesmos eleitores que reclamavam o direito do voto livre durante o período ditatorial, mantém, agora, os mesmos medalhões. Tal como em uma Ditatura.

Até quando este sistema de reeleição é bom para a população? A sociedade precisa se questionar para escolher melhor o seu voto, determinante da mudança ou da continuidade deste sistema.

Oligarquia no Poder

quarta-feira, 22 de maio de 2013

O Clube de Regatas do Flamengo do Rio de Janeiro tem sido eliminado nas primeiras fases da Copa Libertadores da América dos últimos anos, principalmente por conta da má administração.

No ano de 1981, o Flamengo conquistou a Libertadores com um elenco campeão. Dentre os jogadores daquele time posso citar alguns nomes que foram essenciais para que aquele jogo fosse definido a favor do rubro-negro. O camisa 10 do Mengão, Zico, foi o jogador que mais se empenhou para que essa taça fosse para a Gávea. Já o goleiro Raul era “o cara” quando se tratava de defender o gol do Flamengo e comandar a torcida rumo à grande conquista.

Naquela época a administração do Flamengo era boa porque contava com um dos melhores presidentes passando por bons preparadores físicos e comissão técnica e chegando ao técnico que era nada mais nada menos do que Paulo Sergio Carpegiani.

Hoje o Flamengo é dirigido por Eduardo Bandeira, que está tentando desfazer o embaraço que a antiga presidente, Patrícia Amorim, fez ao tentar administrar um clube de tanto peso, sem qualquer experiência. Para começar, ela trouxe muitos jogadores de salários altos e não conseguiu mantê-los no clube. Com a quebra de contrato desses jogadores, o Flamengo teve que pagar multas altas. Durante o período de sua administração, o clube só ganhou o estadual, nada mais que isso.

Como torcedor rubro-negro, espera-se que a gestão do presidente Eduardo Bandeira possa colocar o Flamengo no rumo certo novamente, para que esse clube, que possui uma das maiores torcidas do mundo, possa voltar a dar muitas alegrias a essa torcida maravilhosa, com jogos bonitos de se ver e conquista de grandes títulos.

Por Antonio Cabral

A hegemonia rubro negra de todos os tempos

Quem não se lembra do goleiro Julio César, que foi revelado pelo Flamengo? Depois de tanto tempo longe do Brasil, ele resolveu voltar para jogar no Brasil, porque a permanência no clube atual, o Queens Park Rangers, da Inglaterra, que disputa a segunda divisão do Campeonato Inglês, está muito difícil. Além disso, o goleiro afirma que tem preferência por clubes do Brasil, particularmente o Flamengo que o revelou. Entretanto, apesar de manifestar esse interesse, o jogador disse que não foi procurado por nenhum clube ainda.

O que está acontecendo com os clubes brasileiros? Pois que presidente de clube de futebol não gostaria de ter em seu elenco um jogador com um currículo igual ao de Julio César? Atual goleiro da seleção brasileira, com vasta experiência de campeonatos no exterior, Julio César seria muito bom para o futebol brasileiro. Ele pode contribuir de diversas formas para o clube em que jogar.

O clube brasileiro que contratar o goleiro terá mais chances de obter bons patrocínios, só por conta de ter um jogador de peso como ele no elenco. Grandes contratações como essa chamam a atenção de empresas e marcas famosas. Em segundo lugar, Julio César pode contribuir com o bom marketing para o clube, destacando-o por mais tempo na mídia que os demais clubes.

Por último e não menos importante, trata-se de um ótimo goleiro tanto que é titular da seleção brasileira nas convocações dos últimos anos. Isso se deve muito a suas boas atuações tanto no inicio de sua carreira, no Flamengo, quanto na seleção Brasileira e, mais tarde, atuando em clubes europeus.

Artigo feito por: Antonio Cabral

Saudades de casa

segunda-feira, 25 de março de 2013

Atualmente temos visto muitas adolescentes grávidas, e surge sempre a questão, por que isto acontece? Temos todos os métodos para que casos de gravidez indesejada não ocorram e mesmo assim os problemas continuam.

Isto acontece por falta de diálogo entre pais e filhos, pois muitos têm vergonha de conversar tais assuntos com sua família e não têm liberdade de expressar seus sentimentos, muitos pais acham constrangedor ter um diálogo aberto com seus filhos e essa falta de diálogo gera jovens mal instruídos que iniciam a vida sexual sem o mínimo de conhecimento. Especialistas afirmam que ta cada vez mais difícil o relacionamento entre educadores e pais . Quando o jovem tem um bom diálogo com os pais, quando a escola também participa, promovendo explicações sobre a gravidez, e como se prevenir. Mas existem pais que tem vergonha, de falar sobre esse tipo de assunto, principalmente se é filha. Ai complicar mais ainda.

Está na hora de mudar esse pensamento, pararmos com isso e começar enxergar a realidade do cotidiano.Só dessa forma, ajudaremos jovens serem mais responsáveis.

A gravidez na adolescência envolve muito mais do que se pensa. Problemas físicos, emocionais, sociais, entre outros. É muito importante que exista a consciência por parte dos jovens que atitudes inconsequentes podem ter graves conseqüências. Uma gravidez inesperada dificulta que o jovem tenha uma vida normal, como sair com os amigos e estudar. Viver e sonhar os sonhos da adolescência é uma experiência única,e é importante lutar para que isto aconteça. A vida é cheia de desafios, perdas e vitórias, por isto é importante se cuidar, lembrar que um futuro cheio de emoções e realizações nos espera.

Por Francineide

Gravidez na adolescência

 
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